A ECONOMIA DO TRÁFICO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO!
Trechos do estudo de Sergio Guimarães Ferreira e Luciana Velloso, da subsecretaria estadual de fazenda - abril de 2009.
1. Estimativa de consumo anual. Maconha 90 toneladas. Cocaína 8,8 toneladas. Crack 4,3 toneladas.
2. Faturamento anual do Tráfico (ajustando a subestimativa das pesquisas diretas): Maconha 108,1 milhões de reais \ Cocaína 423,2 milhões de reais. Crack 102,1 milhões de reais. Total: 633,4 milhões de reais.
3. Custo Anual Estimado: Pessoal 158,7 milhões de reais. Custo de compra das drogas 193,9 milhões de reais. Armas 24,8 milhões de reais. Perdas por apreensões 19,4 milhões de reais. Total 396,8 milhões de reais. Lucro operacional: 236,6 milhões de reais.
4. Quantidade de delinquentes envolvidos no tráfico: 16.387 pessoas (estimativa da Polícia Civil).
5. Conheça o trabalho completo.
Obs.: Ex-Blog apenas como referência, pois as situações variam muito. Supondo 1000 bocas de fumo em toda a cidade, o lucro seria de 236 mil por boca de fumo/ano ou quase 20 mil reais por mês. Se uma comunidade tiver várias bocas de fumo e o tráfico ali fosse centralizado, como Alemão, Rocinha, Jacarezinho..., a facção controladora ali teria um lucro de 20 mil reais x Y bocas de fumo por mês, em média.
Fonte: Ex. Blog de Cesar Maia
sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Conselho de Segurança também critica Comando da PM por deixar Campos e região descobertos
-Transferência de policiais do 8º BPM para o Rio de Janeiro
O presidente da Associação dos Militares Estaduais do Norte e Noroeste Fluminense (Asmenf), o advogado Gilson de Souza Gomes, também criticou a decisão do Comando Geral da PM em deixar as cidades da área de abrangência do 8º BPM descobertas.
26 de novembro de 2010
O presidente do Conselho Comunitário de Segurança e presidente da Associação Comercial de Campos, Amaro Ribeiro Gomes, disse nesta sexta-feira(26) que não concorda com a medida adotada pelo Comando Geral da Polícia Militar de transferir 150 homens lotados no 8º Batalhão da Polícia Militar de Campos para conter ataques de criminosos na capital. Ele até entende a necessidade de combater esta onda de violência que atinge a capital, mas também ressalta que as cidades do interior não podem ficar desprotegidas.
“Hoje, por exemplo, tivemos a triste informação que dois carros foram incendiados no bairro do IPS. Pode ter ligação com os ataques do Rio de Janeiro, ou simplesmente pode ter sido um ataque isolado. Só mesmo para aumentar esse clima de tensão que está vivendo o povo fluminense”, destacou.
Sabemos que o momento é de unir forças para combater essa violência. Mas também não podemos ficar aqui no interior desamparados. “Sabemos que o comandante do 8º Batalhão da Policia Militar, Coronel Gilmar Barros, já convocou todo o efetivo e garantiu que os municípios não ficarão desfalcados, mas o clima é de preocupação, até mesmo porque nesta época do ano, sempre existe um reforço do policiamento nas ruas para atender o comércio, já que o fluxo de pessoas circulando pelo comércio é maior.
Amaro Ribeiro Gomes parabenizou a iniciativa do Ministro da Defesa, Nelson Jobim, que determinou às Forças Armadas o reforço de 800 homens do Exército para atender à solicitação do governador Sérgio Cabral nas operações de combate à onda de criminalidade que afeta a cidade
Fonte: Campos 24horas.
26/11/2010 12:15 Guerra do Rio: Não existe vitória sem tirar bandidos de circulação
A mídia está fazendo uma verdadeira “lavagem cerebral” na população, para fazer acreditar que se conseguiu a maior vitória da história policial do Rio de Janeiro, que pela primeira vez se ocupou a Vila Cruzeiro, que os bandidos debandaram.
A grande vitória de ontem, estejam certos que foi as Forças Armadas terem demonstrado sensibilidade de atuar em defesa do povo do Rio de Janeiro. Ninguém em sã consciência pode ser contra a participação dos militares da Marinha e do Exército nessa guerra contra o tráfico.
Todos sabem que a polícia do Rio de Janeiro hoje, não tem condições sozinha, de enfrentar o poderio dos bandidos. Não pelos policiais, mas porque não têm infra-estrutura faltam pistolas, armas potentes, coletes à prova de bala, blindados, rádios, câmeras (existem 300 encaixotadas há 3 anos na secretaria de Segurança Pública).
Em nenhum lugar do mundo a polícia venceu uma guerra sem a prisão dos bandidos, ou sua morte quando partem para o confronto. Não se iludam não existe vitória sem tirar os bandidos de circulação.
Até agora não foi preso nem um gerente de boca-de-fumo, chefe de morro então, nem se fala. Duzentos bandidos armados migraram para o Complexo do Alemão. Com um detalhe: repararam que em todas as imagens não apareceu sequer uma metralhadora ponto 30? Os bandidos que corriam estavam cada um com uma arma. A polícia está escondendo que antes daquela fuga, sem que as câmeras captassem partiu da Vila Cruzeiro, a “linha de frente” do traficante FB, os homens com as ponto 30, os “soldados” todos com fuzil, pistola, às vezes duas, e granadas. Tanto que as imagens mostram uns 50 bandidos e a polícia confirma que fugiram 200. A polícia sempre disse que no Alemão havia pelo menos 3 metralhadoras ponto 30. Uma delas foi a que abateu o helicóptero da polícia.
Havia chance de pegar os traficantes atirando dos helicópteros, na localidade da Vacaria, onde as imagens os flagraram, mas uma decisão equivocada fez a polícia perder essa chance única, mas depois vou abordar essa questão com mais detalhes.
Mudar os traficantes apenas de lugar, está provado que é um erro, as UPPs estão aí para provar isso, ninguém foi preso e agora estão fazendo essa guerra por todo o Rio de Janeiro.
Os avanços que conseguimos, no meu governo e no de Rosinha, foram prendendo bandidos. Foram 70 chefes do tráfico, inclusive Fernandinho Beira-Mar. No governo Cabral até agora não prenderam um chefe do tráfico. A mídia esconde esses fatos da população, mas a maior prova dos nossos resultados está no fato de que nos dois governos construímos 14 casas de custódia e presídios para abrigar os presos. No governo Cabral não se construiu um único.
E para finalizar (depois há outras questões a analisar e mostrar), reparem como se tenta enganar a população. Em 2008, no governo Cabral, na mesma Vila Cruzeiro, o BOPE desfraldou sua bandeira para comemorar a ocupação. Beltrame disse a mesma coisa de agora, era uma vitória histórica, o Estado tinha reconquistado o território. (confiram matéria abaixo). No final todos sabem o que aconteceu. A polícia foi embora porque não tinha efetivo para ocupar permanentemente a Vila Cruzeiro e os traficantes voltaram.
Então falando sério, sendo honesto com a população, temos que comemorar a entrada da Forças Armadas nessa guerra, para nos defender. Mas não é digno enganar as pessoas e comemorar a vitória que não houve. Pelo menos enquanto os bandidos não forem tirados de circulação, presos ou tombando no confronto com as forças
Em tempo: Os ataques continuam nesta sexta-feira, mas é provável que sofram uma redução ou até trégua. Vem aí o final de semana e é hora das bocas-de-fumo faturarem. Os bandidos já conseguiram espalhar o terror. Não lhes interessa perder dinheiro muito tempo, além disso, qual foi o prejuízo geral na prática? Ninguém foi preso da “linha de frente”. Apreenderam alguns fuzis que não representam nada para o armamento que carregam. Droga perdem toda a hora, a reposição é imediata. E tiveram que ceder a Vila Cruzeiro, como acontece de tempos em tempos com algumas comunidades.
Fonte:Blog do Garotinho
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Guerra do Rio: Estadão relaciona ataques a fim de trégua eleitoral para eleger Cabral Reprodução do Estado de S.Paulo on line

Como sempre, os jornais de São Paulo são os únicos a falar a verdade sobre o Rio de Janeiro, onde a imprensa está a serviço de Cabral. Todos sabem que houve uma trégua antes da eleição.
Ontem (quarta) denunciei com exclusividade aqui no blog, que os ataques são a reação do tráfico ao apoio do governo do Estado às milícias. Os bandidos tiveram informações que a trégua seria rompida, agora que passaram as eleições, com operações policiais em algumas comunidades para enfraquecer o tráfico e facilitar a entrada de milícias.Por isso se anteciparam e partiram para espalhar o terror. É claro, que a mídia do Rio não tem coragem de colocar o dedo na ferida, mas vários blogs de policiais repercutiram a minha denúncia dizendo que tem fundamento.
Até no Jornal da Globo, em meio a uma reportagem que mostrava que tudo estava sob controle e não havia motivos para pânico mostraram o depoimento da antropóloga Alba Zaluar que disse claramente, entre outras coisas, que “os traficantes estão perdendo terreno para as milícias”.
Fonte: Blog do Garotinho
quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Presépio gigante de volta á Praça São Salvador
O presépio gigante colocado pela Prefeita Rosinha Garotinho no ano passado está de volta a decorar a cidade neste Natal. Numa iniciativa da Campos Luz com o apoio da Secretaria de Cultura, e das Fundações Jornalista Cultural Oswaldo Lima e Teatro Trianon, as esculturas dos Três Reis Magos – Belchior (Rei da Pérsia), Gaspar (Rei da Índia) Baltazar (Rei da Arábia) – começaram a ser instaladas na tarde desta segunda-feira (22) na Estrada do Contorno, como aconteceu ano passado, com muito sucesso, principalmente, junto à criançada. A montagem da outra parte do presépio, que reproduz o nascimento do Menino Jesus, também, começa esta semana na Praça São Salvador
Com a coordenação do secretário de Cultura, Orávio de Campos, a montagem tem a direção artística do pintor Paulo Jorge Cabral de Melo. O trabalho deverá estar pronto nesta terça-feira (23), no final da tarde, inclusive ostentando uma iluminação especial, segundo projeto do presidente da Campos Luz, Álvaro Barbosa.
O projeto da artista plástica Dilma Carvalho, de Volta Redonda, empolga e surpreende pela perfeição das imagens e, principalmente, pelo tamanho. Os reis montados nos camelos ficam a quase quatro metros do solo. Na representação, os reis se aproximam do lugar onde nascera o Menino Jesus, numa estrebaria de Belém.
Evidências históricas – Embora alguns historiadores afirmem que não há evidências históricas da existência dos Três Reis Magos, eles são mencionados apenas em um dos quatro evangelhos, o de Matheus. O evangelista não especifica quantos são, nem afirma que sejam Reis; mas presume-se que eram mais de um porque a citação está no plural.
A intenção acabou prevalecendo como uma forma de simbolizar o reconhecimento de Jesus por todos os povos. A tradição vingou e permaneceu viva, mas foi apenas no século III que eles receberam o título de reis — possivelmente como uma maneira de confirmar a profecia contida no Salmo 72. “Todos os reis cairão diante d’Ele”.
A própria Igreja reconhece tratar-se de uma simbologia e a sociedade os aceita como os enunciadores do Nascimento do Filho de Deus. Os Reis Magos permanecerão à entrada da cidade até o dia 06 de janeiro, quando se comemora o Dia dos Santos Reis.
Fonte: Secom

Rio de Janeiro em pânico pede socorro
Cabral se esconde
Por volta das 8h mais um ônibus foi incendiado por traficantes, em Vicente de Carvalho ao lado da estação do Metrô. O pânico foi generalizado. Os jornais noticiam que na noite desta terça-feira o Rio ficou deserto. Até as ruas da Zona Sul ficaram vazias.
Circula o boato de um caminhão com explosivos roubados em São Paulo e no Rio Grande do Sul que estaria vindo ou já teria chegado ao Rio. Beltrame desmentiu, mas policiais de São Paulo confirmaram que passaram o informe à polícia do Rio sobre o roubo de explosivos. Isso é muito sério. É preciso ficar em cima disso para confirmar se é só boato.
Até as Organizações Globo já estão mostrando que a situação é de descontrole. Vejam abaixo a reprodução do Globo on line.
Nesta terça Cabral se escondeu. Segundo sua assessoria ficou em contato permanente com o secretário Beltrame por telefone e por e-mail. Só pode estar brincando com a verdade.
Cabral não foi a Brasília para a reunião de governadores que querem sepultar a PEC 300, mas os jornais informam que enviou deputados como representantes que confirmaram sua posição contrária ao projeto que prevê aumento dos salários de policiais e bombeiros.
Ficou trancado em casa, não sei se por medo da violência ou por covardia. Acho que as duas coisas. Hoje, na agenda de Cabral está prevista a participação em dois eventos da CEDAE pela manhã. Será que Cabral vai mesmo? Não é possível numa hora trágica como essa, Cabral se esconder de novo, como fez no caso do helicóptero da PM derrubado, na invasão do Hotel Intercontinental e em tantos outros casos.
Governador Sérgio Cabral mostre a sua cara, enfrente os problemas, não fuja deles. Pare de contar mentiras. Apareça. A população está apavorada e abandonada. Chega de covardia, Cabral
Fonte: Blog do Garotinho!
terça-feira, 23 de novembro de 2010

Emut faz nova operação contra o transporte pirata em Campos
23 de novembro de 2010 (foto Campos 24 Horas)
Nova operação da Emut contra o transporte clandestino de passageiros em Campos nesta terça-feira(23). A batidas dos agentes do órgão, com apoio da Polícia Militar e da Guarda Municipal, começou às 10 horas na Avenida Francisco Lamego, em frente ao edifício ‘Balança, Mas Não Cai’. Vans e kombis que fazem transporte irregular, sem autorização da Prefeitura de Campos, são o principal alvo. Vários veículos já foram apreendidos realizando lotada e outros foram multados por diversas irregularidades.
Segundo Coordenador de Transporte da Emut, Cristiano Siqueira, o reforço na fiscalização é uma resposta às ameaças recebidas por fiscais por supostos integrantes de cooperativas e também em cumprimento a lei aprovada na Câmara Municipal.
“A repressão será feita durante todo o dia e vai atingir também os terminais clandestinos no Centro. E outras batidas serão feitas ao longo do mês”, disse Cristiano Siqueira ao Campos 24 Horas. Ele prometeu ainda divulgar um balanço da operação no final do dia
Fonte: Campos 24 horas.
Que mulher é essa?
Que mulher é essa que aceitou ser candidata à Prefeitura de Campos, após ser governadora do Estado, eleita no primeiro turno, embora na oposição, sacrificando-se com tal gesto, por amor à população do município?
Que mulher é essa que fez uma campanha limpa, visitando as pessoas em suas casas nos bairros e distritos, assumindo compromissos que tornaram-se públicos via seu programa de governo e que começaram a ser colocados em prática tão logo assumiu o cargo para o qual foi eleita?
Que mulher é essa que venceu a eleição no primeiro e segundo turnos e, na noite da posse, foi visitar uma comunidade que estava alagada e dividiu com as famílias o desespero delas?
Que mulher é essa que acabou com a corrupção na administração pública e investiu maciçamente o dinheiro dos royalties em obras importantes para o município?
Que mulher é essa que suportou uma oposição ferrenha na Câmara mas não negociou na base do toma-lá-dá-cá, costume dos governos Arnaldo/Mocaiber?
Que mulher é essa que atendeu uma reivindicação antiga dos professores, aprovando o Plano de Cargos e Salários da categoria, a despeito da oposição ferrenha das suas lideranças?
Que mulher é essa que respeitou as leis e a Constituição e teve a coragem de dizer que não poderia comprometer o dinheiro dos royalties com despesas permanentes?
Que mulher é essa que ganhou o respeito e a admiração da sociedade pela seriedade com a qual conduzia a Coisa Pública?
Que mulher é essa que foi afastada do cargo sem nenhuma acusação de improbidade, gerando a repulsa da população à Justiça Eleitoral do Estado;
Que mulher é essa que, mesmo tendo a filha candidata a uma vaga na Alerj, fez campanha aberta para outros candidatos, por considerar que o município deveria ter representantes na Assembléia e a filha, embora de Campos, tem base eleitoral na capital?
Na verdade, existe uma série de indagações a serem feitas a respeito de Que mulher é essa, que não caberiam nesta breve postagem. Então, encerro perguntando:
Que mulher é essa que cumpriu a determinação da Justiça e demitiu muitos apadrinhados de Arnaldo/Mocaiber das empresas Facility e José Pelúcio, que, inclusive, serviram para atender os cabos eleitorais dos dois, empregando até mesmo Arthur de Carvalho Aldred Pinto, filho de um dos dirigentes do partido da boquinha, segundo denúncia do vereador Albertinho.
Afinal, que mulher é essa que a maioria da população de Campos quer vê-la novamente no cargo para o qual foi eleita e, injustamente, afastada?
Fonte: Blog do Avelino
Que mulher é essa que aceitou ser candidata à Prefeitura de Campos, após ser governadora do Estado, eleita no primeiro turno, embora na oposição, sacrificando-se com tal gesto, por amor à população do município?
Que mulher é essa que fez uma campanha limpa, visitando as pessoas em suas casas nos bairros e distritos, assumindo compromissos que tornaram-se públicos via seu programa de governo e que começaram a ser colocados em prática tão logo assumiu o cargo para o qual foi eleita?
Que mulher é essa que venceu a eleição no primeiro e segundo turnos e, na noite da posse, foi visitar uma comunidade que estava alagada e dividiu com as famílias o desespero delas?
Que mulher é essa que acabou com a corrupção na administração pública e investiu maciçamente o dinheiro dos royalties em obras importantes para o município?
Que mulher é essa que suportou uma oposição ferrenha na Câmara mas não negociou na base do toma-lá-dá-cá, costume dos governos Arnaldo/Mocaiber?
Que mulher é essa que atendeu uma reivindicação antiga dos professores, aprovando o Plano de Cargos e Salários da categoria, a despeito da oposição ferrenha das suas lideranças?
Que mulher é essa que respeitou as leis e a Constituição e teve a coragem de dizer que não poderia comprometer o dinheiro dos royalties com despesas permanentes?
Que mulher é essa que ganhou o respeito e a admiração da sociedade pela seriedade com a qual conduzia a Coisa Pública?
Que mulher é essa que foi afastada do cargo sem nenhuma acusação de improbidade, gerando a repulsa da população à Justiça Eleitoral do Estado;
Que mulher é essa que, mesmo tendo a filha candidata a uma vaga na Alerj, fez campanha aberta para outros candidatos, por considerar que o município deveria ter representantes na Assembléia e a filha, embora de Campos, tem base eleitoral na capital?
Na verdade, existe uma série de indagações a serem feitas a respeito de Que mulher é essa, que não caberiam nesta breve postagem. Então, encerro perguntando:
Que mulher é essa que cumpriu a determinação da Justiça e demitiu muitos apadrinhados de Arnaldo/Mocaiber das empresas Facility e José Pelúcio, que, inclusive, serviram para atender os cabos eleitorais dos dois, empregando até mesmo Arthur de Carvalho Aldred Pinto, filho de um dos dirigentes do partido da boquinha, segundo denúncia do vereador Albertinho.
Afinal, que mulher é essa que a maioria da população de Campos quer vê-la novamente no cargo para o qual foi eleita e, injustamente, afastada?
Fonte: Blog do Avelino
ARRASTÕES: RESPONSABILIDADE TRIPLA DO GOVERNO DO ESTADO DO RIO!
1. Em fins de 1994, com a Operação Rio e vários morros ocupados pelo exército, os chamados crimes de rua cresceram e muito em 1995. O secretário de segurança escolhido no início do governo, em 1995, foi substituído por outro de linha repressiva para conter e acuar a onda. Teve sucesso em relação a isso. Na época, o comandante da PM, coronel Nazareth Cerqueira, disse que a Operação Rio -dirigida pelo exército- deveria ter planejado a ocupação com ampliação simultânea do policiamento ostensivo. E não fez.
2. Exatos dois anos depois da ocupação de favelas na zona sul, chamada UPP, alegar que os arrastões e queima de carros são produto disso é reconhecer que não houve qualquer previsão para algo que se sabia que ocorreria, pois já havia ocorrido. A ausência dessa previsão e planejamento óbvios é de responsabilidade do governo do Estado do Rio e deve ser entendida assim e não como explicação.
3. A escolha dessas modalidades -arrastões, incêndios de carros- se dá porque além do policiamento ostensivo ter sido reduzido com as consequências mostradas pelas estatísticas de roubos e furtos, a retirada dos PMs do trânsito levou a que fosse exatamente no trânsito que os bandidos escolhessem o tipo de crime de rua que iriam executar.
4. É um triplo vácuo: de planejamento/previsão, de redução do policiamento ostensivo, e de retirada total dos PMs do trânsito, abrindo espaço para esta nova modalidade de violência e delinquência. A responsabilidade é totalmente do governo do Estado do Rio. Responsabilidade tripla.
* * *
POR QUE OS ARRASTÕES CRESCERAM TANTO NO RIO!
Repetição da nota deste Ex-Blog do dia 17/11/2010 a pedidos.
1. Em dezembro de 2006, o governador eleito pediu que a Prefeitura do Rio assumisse o trânsito com a Guarda Municipal e substituísse a PM, de forma a liberar PMs. O prefeito lembrou duas coisas: a) que a GM não tinha efetivo para isso. b) Que grandes cidades como Nova York tinham feito caminho inverso, ou seja, o trânsito foi transferido para a polícia.
2. A GM assumiu o trânsito do Centro e, depois de muita insistência, da alta zona sul. Mas desde o ano passado a PM foi saindo do trânsito e hoje é uma raridade encontrar um PM no trânsito da capital. A prefeitura terceirizou parte do serviço com um pessoal com a marca da CET-RIO que sequer tem poder para multar por não serem servidores nem da administração direta nem indireta.
3. Anos atrás, quando o anterior prefeito visitava o sistema de segurança de Nova York, perguntou a razão do trânsito ter sido assumido pela polícia. A resposta foi pronta: a polícia no trânsito é polícia na rua. Um assalto em loja, residência ou mesmo na rua, ou a captura de um delinquente, a polícia no trânsito recebe ordem por rádio e bloqueia a área que se fizer necessária. E sempre que desconfia de movimentação, informa por rádio ao policiamento ostensivo da área.
4. A polícia no trânsito reduz a mobilidade dos bandidos, amplia o risco deles em "street crimes" e afunila seus pontos de fuga, por qualquer razão. O que fez o governador e seu secretário de segurança, ao retirar a polícia do trânsito, foi dar flexibilidade e mobilidade ao crime nas ruas, e especialmente aquele que usa carros para assaltar e para fugir, ou seja, os arrastões, que já têm frequência de um por dia nas últimas semanas.
5. Se a polícia não retornar ao trânsito, os arrastões, crimes na rua, e agora carros queimados, só vão aumentar. O que ocorre, portanto, é de responsabilidade –digamos, técnica- total do governador e seu secretário de segurança, que na ânsia de ter mais PMs disponíveis, perderam o controle das ruas.
Fonte: Ex. de Cesar Maia
1. Em fins de 1994, com a Operação Rio e vários morros ocupados pelo exército, os chamados crimes de rua cresceram e muito em 1995. O secretário de segurança escolhido no início do governo, em 1995, foi substituído por outro de linha repressiva para conter e acuar a onda. Teve sucesso em relação a isso. Na época, o comandante da PM, coronel Nazareth Cerqueira, disse que a Operação Rio -dirigida pelo exército- deveria ter planejado a ocupação com ampliação simultânea do policiamento ostensivo. E não fez.
2. Exatos dois anos depois da ocupação de favelas na zona sul, chamada UPP, alegar que os arrastões e queima de carros são produto disso é reconhecer que não houve qualquer previsão para algo que se sabia que ocorreria, pois já havia ocorrido. A ausência dessa previsão e planejamento óbvios é de responsabilidade do governo do Estado do Rio e deve ser entendida assim e não como explicação.
3. A escolha dessas modalidades -arrastões, incêndios de carros- se dá porque além do policiamento ostensivo ter sido reduzido com as consequências mostradas pelas estatísticas de roubos e furtos, a retirada dos PMs do trânsito levou a que fosse exatamente no trânsito que os bandidos escolhessem o tipo de crime de rua que iriam executar.
4. É um triplo vácuo: de planejamento/previsão, de redução do policiamento ostensivo, e de retirada total dos PMs do trânsito, abrindo espaço para esta nova modalidade de violência e delinquência. A responsabilidade é totalmente do governo do Estado do Rio. Responsabilidade tripla.
* * *
POR QUE OS ARRASTÕES CRESCERAM TANTO NO RIO!
Repetição da nota deste Ex-Blog do dia 17/11/2010 a pedidos.
1. Em dezembro de 2006, o governador eleito pediu que a Prefeitura do Rio assumisse o trânsito com a Guarda Municipal e substituísse a PM, de forma a liberar PMs. O prefeito lembrou duas coisas: a) que a GM não tinha efetivo para isso. b) Que grandes cidades como Nova York tinham feito caminho inverso, ou seja, o trânsito foi transferido para a polícia.
2. A GM assumiu o trânsito do Centro e, depois de muita insistência, da alta zona sul. Mas desde o ano passado a PM foi saindo do trânsito e hoje é uma raridade encontrar um PM no trânsito da capital. A prefeitura terceirizou parte do serviço com um pessoal com a marca da CET-RIO que sequer tem poder para multar por não serem servidores nem da administração direta nem indireta.
3. Anos atrás, quando o anterior prefeito visitava o sistema de segurança de Nova York, perguntou a razão do trânsito ter sido assumido pela polícia. A resposta foi pronta: a polícia no trânsito é polícia na rua. Um assalto em loja, residência ou mesmo na rua, ou a captura de um delinquente, a polícia no trânsito recebe ordem por rádio e bloqueia a área que se fizer necessária. E sempre que desconfia de movimentação, informa por rádio ao policiamento ostensivo da área.
4. A polícia no trânsito reduz a mobilidade dos bandidos, amplia o risco deles em "street crimes" e afunila seus pontos de fuga, por qualquer razão. O que fez o governador e seu secretário de segurança, ao retirar a polícia do trânsito, foi dar flexibilidade e mobilidade ao crime nas ruas, e especialmente aquele que usa carros para assaltar e para fugir, ou seja, os arrastões, que já têm frequência de um por dia nas últimas semanas.
5. Se a polícia não retornar ao trânsito, os arrastões, crimes na rua, e agora carros queimados, só vão aumentar. O que ocorre, portanto, é de responsabilidade –digamos, técnica- total do governador e seu secretário de segurança, que na ânsia de ter mais PMs disponíveis, perderam o controle das ruas.
Fonte: Ex. de Cesar Maia

23/11/2010 06:32
Sérgio Cabral entra em campo para minar PEC 300
Reprodução da Folha de S.Paulo e abaixo, do site da assessoria de Comunicação de Sérgio Cabral
É uma má notícia para os policiais e bombeiros de todo o Brasil, mas a votação da PEC 300, que se aprovada vai equiparar os salários aos dos policiais do Distrito Federal não deve mais ser votada este ano. Foi adiada para depois das eleições e agora já há uma manobra para deixar para 2011.
A jornalista Renata Lo Prete, da Folha de S.Paulo informa que vários governadores vão hoje a Brasília para ajudar a sepultar a votação da PEC 300 este ano. Para meu espanto, o governador Sérgio Cabral é um deles, que pensei que iria a Brasília para lutar pelos nossos royalties. Ah, esqueci que ele acha que já fez sua parte postando uma reclamação no twitter.
Cabral deveria ser o primeiro a lutar pela PEC 300, até porque a diferença nos salários dos policiais e bombeiros será subsidiada pelo governo federal. Mas é contra, deve achar que os policiais e bombeiros do Rio já ganham muito bem com o reajuste miserável de 8% que concedeu.
Quero daqui me comprometer com policiais e bombeiros, que em fevereiro, quando assumir meu mandato de deputado federal podem contar comigo. Não sou homem de duas palavras. Já me manifestei aqui no blog algumas vezes a favor da PEC 300 e não vou fazer igual a certos políticos que prometem uma coisa, depois fazem um acordo que os beneficie por baixo dos panos e esquecem o seu compromisso.
Fonte: Blog do Garotinho
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Folha da Manhã: um exemplo de como se faz um jornalismo marrom!
Pegue o jornal deste sábado e veja como a partir de uma mentira, respondida à altura, um jornal, transforma seu engodo num carnaval.
Dizer que o assunto do IFF “tomou conta da internet” mesmo que o jornal deseje dar ao blog e a outro, que repercutiu a questão, uma importância que ele não assume, o fato ajuda a comprovar o exagero aspirado na falta de senso que vem regendo o jornal Folha da Manhã.
O fato: o investimento que o IFF, enquanto instituição responsável há cem anos por formação profissional na região, faz no município de São João da Barra já há sete anos, que, por conta dos projetos macro de empreendimentos que lá estão aportando, justificou a nomeação de um diretor de departamento que está cuidando do planejamento desta ampliação da parceria com a prefeitura, para a implantação de novos cursos técnicos com mais vagas e matrículas para toda aquela população. O jornal, ao inverso, disse que havia sido nomeado um “diretor de pedra fundamental”.
Desmentido com fotos, clips de notícias e outras provas, além da exposição clara que até um jornal míope poderia, se quisesse enxergar, dos projetos de investimentos que estão a todo o momento sendo anunciados, o jornal, cria uma nuvem embaraçada de versões e depoimentos que não conseguem se contrapor à evidência. Portanto não há polêmica, há sim mentiras repercutidas. Ouvidos diferentes interlocutores, bom que se compare a credibilidade deles. Sobre o que está sendo feito lá no municípo de São João da Barra pelo IFF, quem pode dizer é a população, os alunos, os ex-alunos e os gestores locais que demandam a presença do IFF para novos projetos, cursos e parcerias.
Não adianta tentarem distorcer os fatos comentando que a reação e o questionamento à mentira da Folha e um de seus blogueiros é desproporcional, ou que seria mesmo uma aversão às críticas. Esta seria, se o fato trazido à tona fosse sobre a gestão, sobre seus resultados, sobre métodos, etc.
A notícia inverídica é que um diretor que também cuida de outros projetos, além da gestão do Núcleo em funcionamento e da implanatação do futuro campus em São João da Barra nada mais teria a fazer. Isto é uma mentira e está comprovada. Tudo o mais é tergiversação.
Volto a repetir a Folha da Manhã mente, deturpa e tenta confundir. Escolhe trechos de entrevistas e citações na internet para construir suas versões.
Agora pergunto a você que ainda usa o seu tempo para ler este jornal: o que se pode acreditar das informações veiculadas por ele? Que crédito pode ter por trás de suas notícias? O que é informação, o que é interesse e o que é negócio? Negócios que, aliás, estão sendo apurados, junto da Operação Telhado de Vidro do período de relacionamento estreito com Mocaiber.
Em busca de credibilidade e do espaço lhe tirado pela Rede Blog em toda a região, cooptou quem pudesse lhe ajudar. Com cada vez menos leitores e assinantes, teve que vir para a rede e para os blogs. Agora tenta detonar os blogs independentes e precursores do instrumento na região, na vã e infantil expectativa, de voltar a ser hegemônico na planície. Mais que isto, passou a processar os blogueiros com pedidos de milionárias e descabidas indenizações em vários processos judiciais.
Não conseguindo conter com as ameaças e pedidos de censura, o crescimento dos blogs independentes, criou dezenas deles sob sua tutela, numa nova e pueril ilusão de que, a multiplicidade deles tiraria de alguns o prestígio e a credibilidade construídas com o trabalho e as opiniões claras, livres e permanentemente expostas ao debate e respeito ao contraditório.
Assim, continua sua sanha de dar espaço a todos que lhe possa, ajudar a inventar mentiras, deturpar e confundir fatos e misturar versões no propósito de continuar a tirar o seu dinheiro.
O momento é oportuno para você que ainda anuncia neste veículo se questionar se o dinheiro gasto é compatível com os resultados desta sua decisão. Confira a vendagem nas bancas e o número de assinaturas deste jornal. Faça a curva dela ao longo do tempo, veja se ela é ascendente ou descendente, mas não acredite nos números que lhe passam, porque eles são iguais a esta matéria que o blog está aqui desmascarando. Peça para ver pessoalmente a quantidade de jornais que diariamente sai da gráfica. Pergunte diretamente ao pessoal da gráfica que eles lhe passarão os verdadeiros números. Assim você poderá ver que seus anúncios deveriam custar pelo menos ter valores cinco vezes menores, na ilusão de que ele poderia estar sendo lido por determinada quantidade de pessoas. Fora isto, se pergunte se vale à pena misturar o seu negócio, construído ao longo de anos com trabalho árduo, ao deste que vive a fabricar notícias e versões.
Os que acompanham este blog sabem que normalmente não é este o tom que dá ao debate que por aqui se dispõe a fazer, mas saibam todos e todas, que depois de muito conversar e refletir, o blog decidiu ir a fundo nesta luta (como outros blogs independentes fazem a nível nacional) e dela não arredará um centímetro, usando como instrumento deste embate, este espaço que construiu exatamente para ajudar a ter independência de defender a liberdade de opinião, a liberdade de informação, mas, acima de tudo, a necessidade e o desejo de ver nossa cidade e região livres de todos que lhe achacam. O blog agradece a todos que estão se manifestando e se posicionando nesta luta. Sigamos em frente!
Fonte: Blog do Roberto Moraes
Pegue o jornal deste sábado e veja como a partir de uma mentira, respondida à altura, um jornal, transforma seu engodo num carnaval.
Dizer que o assunto do IFF “tomou conta da internet” mesmo que o jornal deseje dar ao blog e a outro, que repercutiu a questão, uma importância que ele não assume, o fato ajuda a comprovar o exagero aspirado na falta de senso que vem regendo o jornal Folha da Manhã.
O fato: o investimento que o IFF, enquanto instituição responsável há cem anos por formação profissional na região, faz no município de São João da Barra já há sete anos, que, por conta dos projetos macro de empreendimentos que lá estão aportando, justificou a nomeação de um diretor de departamento que está cuidando do planejamento desta ampliação da parceria com a prefeitura, para a implantação de novos cursos técnicos com mais vagas e matrículas para toda aquela população. O jornal, ao inverso, disse que havia sido nomeado um “diretor de pedra fundamental”.
Desmentido com fotos, clips de notícias e outras provas, além da exposição clara que até um jornal míope poderia, se quisesse enxergar, dos projetos de investimentos que estão a todo o momento sendo anunciados, o jornal, cria uma nuvem embaraçada de versões e depoimentos que não conseguem se contrapor à evidência. Portanto não há polêmica, há sim mentiras repercutidas. Ouvidos diferentes interlocutores, bom que se compare a credibilidade deles. Sobre o que está sendo feito lá no municípo de São João da Barra pelo IFF, quem pode dizer é a população, os alunos, os ex-alunos e os gestores locais que demandam a presença do IFF para novos projetos, cursos e parcerias.
Não adianta tentarem distorcer os fatos comentando que a reação e o questionamento à mentira da Folha e um de seus blogueiros é desproporcional, ou que seria mesmo uma aversão às críticas. Esta seria, se o fato trazido à tona fosse sobre a gestão, sobre seus resultados, sobre métodos, etc.
A notícia inverídica é que um diretor que também cuida de outros projetos, além da gestão do Núcleo em funcionamento e da implanatação do futuro campus em São João da Barra nada mais teria a fazer. Isto é uma mentira e está comprovada. Tudo o mais é tergiversação.
Volto a repetir a Folha da Manhã mente, deturpa e tenta confundir. Escolhe trechos de entrevistas e citações na internet para construir suas versões.
Agora pergunto a você que ainda usa o seu tempo para ler este jornal: o que se pode acreditar das informações veiculadas por ele? Que crédito pode ter por trás de suas notícias? O que é informação, o que é interesse e o que é negócio? Negócios que, aliás, estão sendo apurados, junto da Operação Telhado de Vidro do período de relacionamento estreito com Mocaiber.
Em busca de credibilidade e do espaço lhe tirado pela Rede Blog em toda a região, cooptou quem pudesse lhe ajudar. Com cada vez menos leitores e assinantes, teve que vir para a rede e para os blogs. Agora tenta detonar os blogs independentes e precursores do instrumento na região, na vã e infantil expectativa, de voltar a ser hegemônico na planície. Mais que isto, passou a processar os blogueiros com pedidos de milionárias e descabidas indenizações em vários processos judiciais.
Não conseguindo conter com as ameaças e pedidos de censura, o crescimento dos blogs independentes, criou dezenas deles sob sua tutela, numa nova e pueril ilusão de que, a multiplicidade deles tiraria de alguns o prestígio e a credibilidade construídas com o trabalho e as opiniões claras, livres e permanentemente expostas ao debate e respeito ao contraditório.
Assim, continua sua sanha de dar espaço a todos que lhe possa, ajudar a inventar mentiras, deturpar e confundir fatos e misturar versões no propósito de continuar a tirar o seu dinheiro.
O momento é oportuno para você que ainda anuncia neste veículo se questionar se o dinheiro gasto é compatível com os resultados desta sua decisão. Confira a vendagem nas bancas e o número de assinaturas deste jornal. Faça a curva dela ao longo do tempo, veja se ela é ascendente ou descendente, mas não acredite nos números que lhe passam, porque eles são iguais a esta matéria que o blog está aqui desmascarando. Peça para ver pessoalmente a quantidade de jornais que diariamente sai da gráfica. Pergunte diretamente ao pessoal da gráfica que eles lhe passarão os verdadeiros números. Assim você poderá ver que seus anúncios deveriam custar pelo menos ter valores cinco vezes menores, na ilusão de que ele poderia estar sendo lido por determinada quantidade de pessoas. Fora isto, se pergunte se vale à pena misturar o seu negócio, construído ao longo de anos com trabalho árduo, ao deste que vive a fabricar notícias e versões.
Os que acompanham este blog sabem que normalmente não é este o tom que dá ao debate que por aqui se dispõe a fazer, mas saibam todos e todas, que depois de muito conversar e refletir, o blog decidiu ir a fundo nesta luta (como outros blogs independentes fazem a nível nacional) e dela não arredará um centímetro, usando como instrumento deste embate, este espaço que construiu exatamente para ajudar a ter independência de defender a liberdade de opinião, a liberdade de informação, mas, acima de tudo, a necessidade e o desejo de ver nossa cidade e região livres de todos que lhe achacam. O blog agradece a todos que estão se manifestando e se posicionando nesta luta. Sigamos em frente!
Fonte: Blog do Roberto Moraes
FOLHA DE SP: SECRETÁRIO DE CABRAL É CITADO NA LISTA DE REPASSES DE EMPREITEIRA!
1. No total de R$ 843,5 mil, pagamentos da Camargo Corrêa teriam ligação com o metrô do Rio. Braço direito do governador reeleito do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), Wilson Carlos de Carvalho caiu na rede da Castelo de Areia - investigação da Polícia Federal que teve como foco operações supostamente irregulares da Camargo Corrêa em obras públicas. Carvalho foi coordenador da campanha de Cabral à reeleição e é seu secretário de Governo. Carvalho trabalha com Cabral há mais de 13 anos.
2. O nome de Carvalho surgiu na Operação Castelo de Areia a partir de uma análise realizada pela PF em documentos apreendidos na casa do consultor Pietro Francesco Gavina Bianchi, em São Paulo. Bianchi foi diretor e atualmente é consultor da Camargo Corrêa. Segundo interceptações telefônicas feitas pela PF em 2009, o ex-diretor guardava em casa documentos que poderiam comprovar irregularidades, como caixa dois eleitoral e suborno. A PF então invadiu a casa de Bianchi, com ordem judicial e apreendeu diversos manuscritos e tabelas que citam Wilson Carvalho, sempre o relacionando ao metrô do Rio.
3. Uma tabela indica que seriam 12 mensalidades em 2008. Os valores corresponderiam a 5% do total recebido a cada mês pela Camargo Corrêa em supostos contratos para execução de obras. Os papéis que citam Carvalho trazem as datas de 25 de fevereiro (R$ 167,5 mil), 25 de março (R$ 165 mil), 27 de abril (R$ 166,5 mil), 26 de maio (R$ 167,5 mil) e 25 de novembro (R$ 177 mil), num total de R$ 843,5 mil. O suposto pagamento de R$ 166,5 mil, de abril, aparece ainda em outro documento. Trata-se da fotografia de um papel, achada em um pen drive na casa de Bianchi, que registra quatro operações de remessas a contas bancárias abertas na China e em Hong Kong em nome de empresas offshore
Fonte: Ex. Blog de Cesar Maia.
1. No total de R$ 843,5 mil, pagamentos da Camargo Corrêa teriam ligação com o metrô do Rio. Braço direito do governador reeleito do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), Wilson Carlos de Carvalho caiu na rede da Castelo de Areia - investigação da Polícia Federal que teve como foco operações supostamente irregulares da Camargo Corrêa em obras públicas. Carvalho foi coordenador da campanha de Cabral à reeleição e é seu secretário de Governo. Carvalho trabalha com Cabral há mais de 13 anos.
2. O nome de Carvalho surgiu na Operação Castelo de Areia a partir de uma análise realizada pela PF em documentos apreendidos na casa do consultor Pietro Francesco Gavina Bianchi, em São Paulo. Bianchi foi diretor e atualmente é consultor da Camargo Corrêa. Segundo interceptações telefônicas feitas pela PF em 2009, o ex-diretor guardava em casa documentos que poderiam comprovar irregularidades, como caixa dois eleitoral e suborno. A PF então invadiu a casa de Bianchi, com ordem judicial e apreendeu diversos manuscritos e tabelas que citam Wilson Carvalho, sempre o relacionando ao metrô do Rio.
3. Uma tabela indica que seriam 12 mensalidades em 2008. Os valores corresponderiam a 5% do total recebido a cada mês pela Camargo Corrêa em supostos contratos para execução de obras. Os papéis que citam Carvalho trazem as datas de 25 de fevereiro (R$ 167,5 mil), 25 de março (R$ 165 mil), 27 de abril (R$ 166,5 mil), 26 de maio (R$ 167,5 mil) e 25 de novembro (R$ 177 mil), num total de R$ 843,5 mil. O suposto pagamento de R$ 166,5 mil, de abril, aparece ainda em outro documento. Trata-se da fotografia de um papel, achada em um pen drive na casa de Bianchi, que registra quatro operações de remessas a contas bancárias abertas na China e em Hong Kong em nome de empresas offshore
Fonte: Ex. Blog de Cesar Maia.

Pacientes aprovam o Programa Emergência em Casa
22 de novembro de 2010
Há pouco mais de um mês, Douglas da Silva Costa, 15 anos, sentiu uma forte dor abdominal. Sua mãe, Lucilene Canuto da Silva, 40 anos, ficou preocupada e, como não tinha veículo próprio, recorreu ao programa Emergência em Casa. “A eqPuipe chegou logo e o atendimento foi rápido. O médico examinou e passou uma ultrassonografia na mesma hora. Ele foi levado para o Hospital Ferreira Machado (HFM) e constataram que era apendicite. Ele teve que ser operado às pressas e, graças a Deus, está bem”, diz Lucilene, da Pecuária.
Douglas está entre as 10 mil pessoas que já foram beneficiadas pelo programa, de janeiro a outubro deste ano. Outro que passou por situação parecida foi o jovem de Nova Brasília, Wesley de Souza Mota, 17 anos, que estava jogando bola descalço quando chutou o chão e quebrou o dedo. “Gostei muito do atendimento. A equipe é bem educada e o levou rapidinho para o HFM”, recorda a mãe, Josane de Souza, 50.
A aposentada, Maria José Júlio de Vasconcelos, 75, também foi socorrida cerca de um mês atrás pela equipe do programa. “Ela estava passando mal e quando a ambulância chegou, foi detectado que a glicose dela estava muito alta. Fomos muito bem atendidos e eu nem sei o que seria se não houvesse o socorro a tempo”, comentou a sobrinha Margareth de Vasconcelos Paes, com quem Maria José mora, no Centro.
Todo o município já conta com a cobertura do Emergência em Casa, através de chamados para o 192. O programa foi implantado em dezembro de 2009, para atender casos de urgência e emergência, contribuindo para a diminuição dos índices de mortalidade. Ao todo, o programa conta com seis ambulâncias do tipo UTI totalmente equipadas.
Além da Central de Regulação Médica, situada em prédio anexo ao Hospital Geral de Guarus (HGG), onde ficam dois dos veículos, há, ainda, outras quatro bases avançadas em diferentes pontos da cidade. Uma das bases fica em Baixa Grande e cobre as localidades de Donana a Farol de São Tomé. Travessão também conta com um ponto avançado do programa, atendendo a toda a região Norte de Campos. A base do Hospital São José, em Goitacazes, assiste às localidades de Goitacazes ao Centro da cidade.
Já a base de Nova Brasília, que funciona na UBS Jamil Ábdu, absorve as demandas daquela localidade e dos bairros adjacentes. A equipe da Central oferece assistência de Guarus à Nova Canaã, no KM 10. Todos os pólos têm a mesma estrutura com UTI móvel 0 km, para atender aos chamados 24h, todos os dias da semana, incluindo sábados, domingos e feriados
Fonte: Campos 24 horas.

22/11/2010 14:15
Castelo de areia de Cabral começa a desmoronar
Por que empreiteira repassou R$ 843 mil a secretário?
Reprodução da Folha de S.Paulo
O Ministério Público investiga se os repasses de R$ 843 mil ao secretário estadual de Governo, Wilson Carlos eram de suborno, caixa dois de campanha ou os dois. A assessoria de Cabral limitou-se a dizer que a acusação “é falsa e inverossímil”.
Bem, não adianta Cabral e Wilson Carlos espernearem e dizerem que a acusação é mentirosa. Vão ter que dar explicações muito mais detalhadas.
Uma curiosidade é que nos documentos apreendidos pela Polícia Federal, Wilson Carlos é mencionado pelo próprio nome e cargo, mas em alguns casos constam pagamentos em nome de “Secret Wilson”. Mas, no caso dos pagamentos que teriam sido feitos a políticos do Rio de Janeiro há também rubricas em nome de Leão e Avestruz. Quem seria o Leão e quem seria Avestruz?
Em tempo: Será que os jornais do Rio vão noticiar esse escândalo ou vão fingir que não existe?
Fonte: Blog do Garotinho
sexta-feira, 19 de novembro de 2010

18/11/2010 21:26
Exclusivo: Em sentença que afastou prefeito, juiz afirma que vereador Marcos Bacellar e seu filho arrendaram a prefeitura de Cambuci
E agora Marcos Bacellar?
A história é complicada por isso vou resumir. Em Cambuci, foi eleito em 2008, o prefeito Oswaldo Botelho, conhecido pelo povo como “Vavado” que nem na prefeitura aparecia. Era seu filho Oswaldo Ábido Botelho, o “Oswaldinho” quem administrava, dava ordens e segundo o MP, suspeita-se que até falsificava a assinatura do pai.
Diante de uma sucessão de irregularidades e fraudes em licitações foi decretada a prisão de Oswaldinho. Agora se preparem para a bomba. Com Oswaldinho foragido (já está foi preso), seu pai o prefeito eleito Vavado, como consta na sentença judicial, teria fechado um acordo para terceirizar a prefeitura com o vereador de Campos, Marcos Bacellar e seu filho Rodrigo Bacellar, colocado por Sérgio Cabral na FENORTE, em Campos.
Acreditem isso é inédito. Marcos Bacellar e seu grupo assumiriam a prefeitura e dariam por mês R$ 160 mil ao prefeito Vavado. O fato é que Rodrigo Bacellar chegou com seu grupo tomando conta de tudo e dando ordens, e segundo consta, existe uma gravação onde o filho de Marcos Bacellar aparece dizendo que “o pessoal de Oswaldinho era amador, deixava rastro nos negócios”.
O prefeito foi afastado na semana passada, mas ninguém tinha tido lido a sentença na íntegra. Quem quiser consultar o processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro é o nº 0001214362010-8.19.0013 . Abaixo destaco dois trechos da sentença (a sentença inteira é muito extensa) do juiz da Comarca de Cambuci, Marco Antônio Novaes de Abreu, que mostram que o vereador Marcos Bacellar e seu filho, não satisfeitos com os negócios sujos e a podridão em que se envolveram em Campos, nas gestões de Arnaldo Vianna e Alexandre Mocaiber estenderam seus tentáculos (negociatas) para Cambuci. É a primeira vez que tomo conhecimento da terceirização de uma prefeitura. A que ponto nós chegamos!
Em tempo: Antes que alguém fale alguma coisa, eu sei que o prefeito Vavado é do PR, mas é bom destacar que quando eu me filiei ao partido, ele já estava no cargo, além do que, nunca participou de nenhuma reunião e apoiou Sérgio Cabral.
Trechos da sentença do juiz de Cambuci, Marco Antônio Novaes de Abre
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
POR QUE OS ARRASTÕES EM CARROS SE MULTIPLICARAM NO RIO!
1. Em dezembro de 2006, o governador eleito pediu que a Prefeitura do Rio assumisse o trânsito com a Guarda Municipal e substituísse a PM, de forma a liberar PMs. O prefeito lembrou duas coisas: a) que a GM não tinha efetivo para isso. b) Que grandes cidades como Nova York tinham feito caminho inverso, ou seja, o trânsito foi transferido para a polícia.
2. A GM assumiu o trânsito do Centro e, depois de muita insistência, da alta zona sul. Mas desde o ano passado a PM foi saindo do trânsito e hoje é uma raridade encontrar um PM no trânsito da capital. A prefeitura terceirizou parte do serviço com um pessoal com a marca da CET-RIO que sequer tem poder para multar por não serem servidores nem da administração direta nem indireta.
3. Anos atrás, quando o anterior prefeito visitava o sistema de segurança de Nova York, perguntou a razão do trânsito ter sido assumido pela polícia. A resposta foi pronta: a polícia no trânsito é polícia na rua. Um assalto em loja, residência ou mesmo na rua, ou a captura de um delinquente, a polícia no trânsito recebe ordem por rádio e bloqueia a área que se fizer necessária. E sempre que desconfia de movimentação, informa por rádio ao policiamento ostensivo da área.
4. A polícia no trânsito reduz a mobilidade dos bandidos, amplia o risco deles em "street crimes" e afunila seus pontos de fuga, por qualquer razão. O que fez o governador e seu secretário de segurança, ao retirar a polícia do trânsito, foi dar flexibilidade e mobilidade ao crime nas ruas, e especialmente aquele que usa carros para assaltar e para fugir, ou seja, os arrastões, que já têm frequência de um por dia nas últimas semanas.
5. Se a polícia não retornar ao trânsito, os arrastões, crimes na rua, e agora carros queimados, só vão aumentar. O que ocorre, portanto, é de responsabilidade –digamos, técnica- total do governador e seu secretário de segurança, que na ânsia de ter mais PMs disponíveis, perderam o controle das ruas
Fonte: Ex Blog de Cesar Maia
.
1. Em dezembro de 2006, o governador eleito pediu que a Prefeitura do Rio assumisse o trânsito com a Guarda Municipal e substituísse a PM, de forma a liberar PMs. O prefeito lembrou duas coisas: a) que a GM não tinha efetivo para isso. b) Que grandes cidades como Nova York tinham feito caminho inverso, ou seja, o trânsito foi transferido para a polícia.
2. A GM assumiu o trânsito do Centro e, depois de muita insistência, da alta zona sul. Mas desde o ano passado a PM foi saindo do trânsito e hoje é uma raridade encontrar um PM no trânsito da capital. A prefeitura terceirizou parte do serviço com um pessoal com a marca da CET-RIO que sequer tem poder para multar por não serem servidores nem da administração direta nem indireta.
3. Anos atrás, quando o anterior prefeito visitava o sistema de segurança de Nova York, perguntou a razão do trânsito ter sido assumido pela polícia. A resposta foi pronta: a polícia no trânsito é polícia na rua. Um assalto em loja, residência ou mesmo na rua, ou a captura de um delinquente, a polícia no trânsito recebe ordem por rádio e bloqueia a área que se fizer necessária. E sempre que desconfia de movimentação, informa por rádio ao policiamento ostensivo da área.
4. A polícia no trânsito reduz a mobilidade dos bandidos, amplia o risco deles em "street crimes" e afunila seus pontos de fuga, por qualquer razão. O que fez o governador e seu secretário de segurança, ao retirar a polícia do trânsito, foi dar flexibilidade e mobilidade ao crime nas ruas, e especialmente aquele que usa carros para assaltar e para fugir, ou seja, os arrastões, que já têm frequência de um por dia nas últimas semanas.
5. Se a polícia não retornar ao trânsito, os arrastões, crimes na rua, e agora carros queimados, só vão aumentar. O que ocorre, portanto, é de responsabilidade –digamos, técnica- total do governador e seu secretário de segurança, que na ânsia de ter mais PMs disponíveis, perderam o controle das ruas
Fonte: Ex Blog de Cesar Maia
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16/11/2010 22:07
Cabral e o jogo de cena dos royalties
Reprodução de trecho da coluna de O Globo (terça - 16/11)
A colunista econômica Miriam Leitão, do jornal O Globo, desta vez acerta na mosca ao mostrar o jogo de cena de Cabral, nesse episódio da perda dos royalties.
Recentemente enalteceu Cabral e seu secretário Joaquim Levy por terem usado os royalties do petróleo para capitalizar o RioPrevidência e com isso garantir o pagamento de aposentadorias e pensões, quando todo mundo sabe que isso foi iniciativa de Rosinha, através da Lei 4237/2003, que revisou a Lei, do meu governo, quando criei o RioPrevidência.
Mas desde o início venho mostrando que Cabral fez tudo errado, só jogando pra platéia e fazendo acordos nos bastidores. O teatro de Cabral teve seu ponto alto no episódio do seu choro. Agora mais uma vez faz uma encenação ao recorrer ao STF. Mas existem mais coisas por trás dessa história dos royalties que em breve vou colocar para vocês.
Será uma batalha no Congresso. Cabral se tivesse algum compromisso com o povo do Rio, poderia ter pedido a Dilma, ainda no 1º turno, que assumisse o compromisso de garantir os nossos royalties. Mas isso nunca o preocupou. Nós do PR, é bom que se diga, fomos os únicos a condicionar o apoio no 2º turno ao compromisso dos candidatos de não tirarem os nossos royalties. Como ninguém quis assinar o compromisso optamos pela neutralidade
Fonte Blog do Garotinho.
terça-feira, 16 de novembro de 2010

PR LANÇA GOVERNO PARALELO DO RIO JANEIRO NO DIA 15 DE NOVEMBRO
Mais de 530 pessoas participaram do evento- Que República é essa? - realizado hoje na Camara Municipal do Rio de Janeiro que foi presidido pelo Presidente do PR Regional, Anthony Garotinho e coordenado pelo Presidente do Instituto Republicano, Fernando Peregrino. Além deles, os deputados federais Neilton Mulin, Adilson Soares, os deputados estaduais Miguel Jeovani, Clarissa Garotinho, Waldeth Brasiel, Vinicius Cordeiro, presidente do PT do B, e diversos vereadores como Edson Flavio de Friburgo, e o Presidente do PR do RGS. Houve também o ato simbólico de filiação de ex-pedetistas, como Jecy Sarmento, amigo de Brizola por mais de 60 anos, sua esposa e ex-vereadora do Rio de Janeiro, Terezinha Sarmento, Theodoro Buarque e Carmem Vargas, além do ex-candidato a deputado Estadual pelo PT, o engenheiro Saint Clair de Mello.
Durante o evento, o Partido da República, através do Instituto Republicano lançou o projeto Governo Paralelo do Estado do Rio de Janeiro. Trata-se de um site http://www.governoparalelorj.com.br/ através do qual a sociedade poderá acompanhar o cumprimento ou não das promessas do governador eleito. O site é dividido por cada um dos temas das politicas públicas mais importantes. Essas divisões começam com as promessas feitas na campanha. Logo a seguir, a equipe do Instituto Republicano, que tem como coordenador técnico, o sociologo Theodoro Buarque de Hollanda, irá comentando com os fatos apurados por diversos outros técnicos integrantes do IR. Além dos técnicos do Instituto, poderão participar qualquer cidadão é só entrar no site. O site ficará em teste até 01 de janeiro de 2011 quando então começará o mandanto a ser acompanhando. A idéia é inspirada nos paises europeus onde chamado é chamado de Shadow Cabinet (Gabinete de Sombra), através do qual a oposição acompanha o governo eleito para fiscalizá-lo.
O presidente do PR, Anthony Garotinho considerou uma ideia brilhante e prometeu ao Presidente Fernando Peregrino que apoiará com sugestões a iniciativa pioneira
Fonte: Blog do Peregrino.

“Que República é essa?”
Clique na foto para ampliá-la
O Partido da República realizou hoje o evento “Que República é essa?” em comemoração ao Dia da Proclamação da República na Câmara dos Vereadores. Muitos deputados estaduais e federais, vereadores e militantes do partido marcaram presença.
O presidente do Instituto Republicano, Fernando Peregrino, fez duras críticas ao autoritarismo, à corrupção, o uso abusivo e escancarado da máquina pública do atual governo. “É um retrocesso à Velha República”, comparou. Peregrino lembrou que no período da eleição desse ano nomes da oposição foram eliminados da mídia e criticou a forma mansa como a imprensa trata os assuntos relacionados ao governo. Peregrino defendeu que o partido construa uma ideologia baseada no nacionalismo e trabalhismo de Brizola e Darcy Ribeiro.
A vereadora Clarissa Garotinho e deputada estadual eleita com 118.863 votos defendeu o fortalecimento do poder local. “Precisamos de uma reforma política com uma nova estrutura da República no Brasil. Um República mais municipalista. É preciso descentralizar recursos e que os municípios sejam fortes. Quanto mais se concentra recursos na União, pior é para os municípios”, disse.
O presidente estadual do PR, Garotinho, lembrou que o Congresso Nacional precisa manter uma posição firme diante do judiciário e da mídia e defendeu uma revisão do papel da mídia no Brasil. “Não podemos permitir um Congresso Nacional acovardado. Além disso, em nenhum lugar do mundo existe um monopólio de comunicação como existe no Brasil. Um mesmo grupo controlando TV, rádio, jornal, canal fechado”. Segundo Garotinho, temos uma falsa liberdade no Brasil. “Você tem liberdade para fazer o que não incomoda o sistema”, afirmou.
Os deputados federais Neilton Mulin, Adilson Soares, os deputados estaduais Miguel Jeovani, Waldeth Brasiel, Vinicius Cordeiro , presidente do PT do B, e o vereador Edson Flavio de Friburgo estiveram no evento do partido.
O Instituto Republicano aproveitou o evento para lançar o site www.governoparalelorj.com.br para
acompanhar e fiscalizar rigorosamente as ações do governo Cabral.
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Fonte: Blog da Clarissa

SE: julgamento de Rosinha não está na pauta desta terça
16 de novembro de 2010
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a pauta da 155ª Sessão Ordinária Jurisdicional, que acontece nesta terça-feira (16) – confira a pauta completa no final da matéria. Na relação, não consta o processo que vai julgar o mérito da decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro (TRE/RJ), que afastou a prefeita Rosinha Garotinho do cargo, devido a uma entrevista numa rádio local, quando sequer era candidata à Prefeitura de Campos. O deputado federal eleito com quase 700 mil votos, Anthony Garotinho, já havia informado, em entrevista à Rádio Diário FM, no último sábado (13), que o julgamento de Rosinha não tem data definida, pois os autos ainda encontram-se no TRE/RJ.
Em sua entrevista, Garotinho informou que os advogados de Rosinha entraram com um recurso no TSE, a fim de que o TRE/RJ remeta o processo ao órgão, em Brasília, para que o julgamento do mérito aconteça mais rápido. Com relação às informações em blogs, jornais e sites da região, atribuindo esta terça-feira (16) como a data do julgamento, Garotinho atribuiu a “mentes férteis” dos que difundiram a notícia.
O deputado federal eleito está otimista de que o TSE vai reformar a decisão do TRE/RJ e de que Rosinha retornará ao cargo.
Fonte: Campos 24 Horas
Jornal de Campos é condenado a indenizar Garotinho
Por Marina Ito
A liberdade de crítica que o jornalista possui não lhe dá o direito de atacar as pessoas, ainda que estas sejam dedicadas à vida pública. A conclusão é da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que manteve a condenação do jornal Folha da Manhã, de Campos dos Goytacazes (RJ), por conta de dois artigos publicados, em 2004, sobre o recém-eleito deputado federal Anthony Garotinho. Os desembargadores, no entanto, acolheram o recurso do jornal e do jornalista, que escreveu os artigos, para reduzir o valor de R$ 30 mil para R$ 8 mil.
“Admitir-se-ia de um homem comum, indignado com a conduta desviada do político, atacá-lo verbalmente. Mas, isso não se admite do profissional de imprensa, responsável pela formação da opinião pública. Deve noticiar os fatos, deve criticar condutas, deve expor as divergências, mas deve fazer tudo isso sem ofensas pessoais”, escreveu a relatora, desembargadora Luisa Bottrel.
De acordo com a decisão, os textos faziam críticas ao político, referindo-se a ele com expressões como pinóquio, marionete, príncipe de meia-tigelas, e pertencente a um grupo “que não valia um real”. Na época, Garotinho apoiava Geraldo Pudim para a prefeitura de Campos, no norte do estado.
Bottrel afirmou, na decisão, que pessoas dedicadas à vida pública estão mais expostas “à censura, ao julgamento de seus semelhantes”. Disse, ainda, que se há provas contra essas pessoas, que elas sejam levadas ao conhecimento da autoridade competente. O que não é correto, concluiu, é usar a imprensa para fazer acusações sem provas.
Os desembargadores também rejeitaram a questão preliminar levantada pelo jornal e pelo jornalista que queriam fazer prova oral e que o juízo de primeira instância negou. Para a 17ª Câmara, os textos eram suficientes e não era preciso contextualizar o que estava acontecendo em Campos na época da disputa eleitoral. “Ainda que inflamado fosse esse clima, não seria excludente de responsabilidade dos réus”, disse.
Mas levando em conta a capacidade econômica dos réus, o contexto em que os textos foram publicados e a ideia de que não é o valor, mas a “censura do Poder Judiciário” em relação à conduta do jornal, os desembargadores resolveram diminuir o valor da indenização. Eles consideraram excessiva a reparação de R$ 30 mil.
Jornal e jornalista argumentaram, no recurso ao TJ, que a conduta de Garotinho não estava livre de crítica. O autor dos textos também disse que exerceu sua liberdade de opinião e que não teve intenção de ofender o político.
A 3ª Vara Cível do Rio condenou a empresa e o profissional a indenizarem Garotinho. “Por óbvio, a construção da cidadania depende da exposição pela imprensa dos fatos que envolvem os homens públicos e da análise que os comentaristas, profissionais ou não, fazem do cenário político, na medida em que a apuração de fatos e a valoração sobre a conduta dos políticos interferem nos destinos de toda uma comunidade, seja municipal, estadual ou nacional, porquanto o cidadão escolhe tais destinos votando em pessoas, projetos e histórias de vida”, disse o juiz Vinícius de Araújo.
“Evidente, entretanto, que a crítica deve estar revestida de educação, do verbo contido ao que é necessário à instrução da cidadania. O que desbordar disso adentra no campo da ilicitude, por ausente o conceito de proporcionalidade, primado constitucional implícito”, completou.
Fonte: Consultor Juridíco
Por Marina Ito
A liberdade de crítica que o jornalista possui não lhe dá o direito de atacar as pessoas, ainda que estas sejam dedicadas à vida pública. A conclusão é da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que manteve a condenação do jornal Folha da Manhã, de Campos dos Goytacazes (RJ), por conta de dois artigos publicados, em 2004, sobre o recém-eleito deputado federal Anthony Garotinho. Os desembargadores, no entanto, acolheram o recurso do jornal e do jornalista, que escreveu os artigos, para reduzir o valor de R$ 30 mil para R$ 8 mil.
“Admitir-se-ia de um homem comum, indignado com a conduta desviada do político, atacá-lo verbalmente. Mas, isso não se admite do profissional de imprensa, responsável pela formação da opinião pública. Deve noticiar os fatos, deve criticar condutas, deve expor as divergências, mas deve fazer tudo isso sem ofensas pessoais”, escreveu a relatora, desembargadora Luisa Bottrel.
De acordo com a decisão, os textos faziam críticas ao político, referindo-se a ele com expressões como pinóquio, marionete, príncipe de meia-tigelas, e pertencente a um grupo “que não valia um real”. Na época, Garotinho apoiava Geraldo Pudim para a prefeitura de Campos, no norte do estado.
Bottrel afirmou, na decisão, que pessoas dedicadas à vida pública estão mais expostas “à censura, ao julgamento de seus semelhantes”. Disse, ainda, que se há provas contra essas pessoas, que elas sejam levadas ao conhecimento da autoridade competente. O que não é correto, concluiu, é usar a imprensa para fazer acusações sem provas.
Os desembargadores também rejeitaram a questão preliminar levantada pelo jornal e pelo jornalista que queriam fazer prova oral e que o juízo de primeira instância negou. Para a 17ª Câmara, os textos eram suficientes e não era preciso contextualizar o que estava acontecendo em Campos na época da disputa eleitoral. “Ainda que inflamado fosse esse clima, não seria excludente de responsabilidade dos réus”, disse.
Mas levando em conta a capacidade econômica dos réus, o contexto em que os textos foram publicados e a ideia de que não é o valor, mas a “censura do Poder Judiciário” em relação à conduta do jornal, os desembargadores resolveram diminuir o valor da indenização. Eles consideraram excessiva a reparação de R$ 30 mil.
Jornal e jornalista argumentaram, no recurso ao TJ, que a conduta de Garotinho não estava livre de crítica. O autor dos textos também disse que exerceu sua liberdade de opinião e que não teve intenção de ofender o político.
A 3ª Vara Cível do Rio condenou a empresa e o profissional a indenizarem Garotinho. “Por óbvio, a construção da cidadania depende da exposição pela imprensa dos fatos que envolvem os homens públicos e da análise que os comentaristas, profissionais ou não, fazem do cenário político, na medida em que a apuração de fatos e a valoração sobre a conduta dos políticos interferem nos destinos de toda uma comunidade, seja municipal, estadual ou nacional, porquanto o cidadão escolhe tais destinos votando em pessoas, projetos e histórias de vida”, disse o juiz Vinícius de Araújo.
“Evidente, entretanto, que a crítica deve estar revestida de educação, do verbo contido ao que é necessário à instrução da cidadania. O que desbordar disso adentra no campo da ilicitude, por ausente o conceito de proporcionalidade, primado constitucional implícito”, completou.
Fonte: Consultor Juridíco
PARTIDOS, FEDERAÇÃO, PODER POLÍTICO, PODER ECONÔMICO!
1. São Paulo, por seu enorme poder econômico, é sempre o foco da disputa de poder. Desde a Primeira República foi assim, com 3 presidentes paulistas (Prudente de Moraes, Campos Sales, Rodrigues Alves), que na sucessão, com outro paulista, produziu-se um impasse e veio a política do Café com Leite, S. Paulo e Minas. A insistência do presidente Washington Luís, com mais um governador de S. Paulo, precipitou a revolução de 30. Agora mesmo, a dicotomia eleitoral Nordeste-Sul decidiu a eleição e com uma presidente fora de S. Paulo. Na Federação tem sido assim.
2. Mas nos Partidos Políticos também. Nada tão natural. Controlar o seu Partido desde S. Paulo é sempre um objetivo. A proximidade com o poder econômico atrai. Mas às vezes a disputa federativa se transfere à partidária. Nada tão esperado. O primeiro caso já no início da democratização foi com o PDS. Maluf, desde S. Paulo, tenta controlar o partido e ser o candidato a presidente. Veio uma dissidência -a Frente Liberal- decisiva na eleição de Tancredo pelo Congresso e fundamental, por isso, na aceleração do processo de democratização e convocação da Constituinte. Em seguida a Frente liberal se transforma em Partido, o PFL.
3. Na eleição de 1986, o PMDB ganha em quase todos os Estados. Seus presidentes nacionais -Ulysses e depois Quércia- eram naturalmente de SP. A primeira disputa interna foi pela candidatura ao governo de SP. Vence Quércia com Fleury. Em seguida se inicia o processo de ruptura com a criação do PSDB, basicamente um partido paulista. Tasso, prestigiado governador do Ceará, permanece no PMDB e só entra depois. O fortalecimento posterior do PSDB afetou o PMDB, que por talento e habilidade políticos, voltou ao centro do poder, apoiado pela fragilidade parlamentar de Lula.
4. No PT esse processo de disputa de poder para retirar a hegemonia de SP vem se dando a cada convenção partidária. Mas os presidentes do partido foram e continuam sempre sendo de S. Paulo. Com o acesso ao poder e a liderança de Lula, essa disputa perdeu vitalidade. Mas voltará, quando fora do poder.
5. Os movimentos que se veem agora no Democratas são, portanto, perfeitamente previsíveis e politicamente naturais. A luta pelo poder com o controle de S. Paulo já ocorreu e retorna agora. A presidência do PMDB hoje é de S. Paulo. A presidência do PR é de S. Paulo, e a presidência do PP, saiu de S. Paulo em função do enorme desgaste de seu presidente, Paulo Maluf. Bem, e claro, a presidência do PT é de S. Paulo. A presidência do PSDB -formalmente fora de SP- é de fato exercida, desde S. Paulo.
6. Em geral, esta centralização do comando politico, local e nacional em S. Paulo, termina gerando um stress federativo. Melhor seria que a necessária desconcentração fosse administrada em cada partido, e em nível nacional. Aliás, nesse caso, como ocorreu por voluntarismo de Lula em sua escolha para 2010.
7. Mas não é simples, pois na política vale a primeira lei de Newton: "Matéria atrai matéria na razão direta da massa e na razão inversa do quadro da distância". Matéria em política é poder: poder econômico, tantas vezes associado ao poder político. A matéria com maior poder de atração é SP. Estar dentro de SP (inverso do quadro da distância) potencializa esse poder.
Fonte: Ex Blog de Cesar Maia
* * *
1. São Paulo, por seu enorme poder econômico, é sempre o foco da disputa de poder. Desde a Primeira República foi assim, com 3 presidentes paulistas (Prudente de Moraes, Campos Sales, Rodrigues Alves), que na sucessão, com outro paulista, produziu-se um impasse e veio a política do Café com Leite, S. Paulo e Minas. A insistência do presidente Washington Luís, com mais um governador de S. Paulo, precipitou a revolução de 30. Agora mesmo, a dicotomia eleitoral Nordeste-Sul decidiu a eleição e com uma presidente fora de S. Paulo. Na Federação tem sido assim.
2. Mas nos Partidos Políticos também. Nada tão natural. Controlar o seu Partido desde S. Paulo é sempre um objetivo. A proximidade com o poder econômico atrai. Mas às vezes a disputa federativa se transfere à partidária. Nada tão esperado. O primeiro caso já no início da democratização foi com o PDS. Maluf, desde S. Paulo, tenta controlar o partido e ser o candidato a presidente. Veio uma dissidência -a Frente Liberal- decisiva na eleição de Tancredo pelo Congresso e fundamental, por isso, na aceleração do processo de democratização e convocação da Constituinte. Em seguida a Frente liberal se transforma em Partido, o PFL.
3. Na eleição de 1986, o PMDB ganha em quase todos os Estados. Seus presidentes nacionais -Ulysses e depois Quércia- eram naturalmente de SP. A primeira disputa interna foi pela candidatura ao governo de SP. Vence Quércia com Fleury. Em seguida se inicia o processo de ruptura com a criação do PSDB, basicamente um partido paulista. Tasso, prestigiado governador do Ceará, permanece no PMDB e só entra depois. O fortalecimento posterior do PSDB afetou o PMDB, que por talento e habilidade políticos, voltou ao centro do poder, apoiado pela fragilidade parlamentar de Lula.
4. No PT esse processo de disputa de poder para retirar a hegemonia de SP vem se dando a cada convenção partidária. Mas os presidentes do partido foram e continuam sempre sendo de S. Paulo. Com o acesso ao poder e a liderança de Lula, essa disputa perdeu vitalidade. Mas voltará, quando fora do poder.
5. Os movimentos que se veem agora no Democratas são, portanto, perfeitamente previsíveis e politicamente naturais. A luta pelo poder com o controle de S. Paulo já ocorreu e retorna agora. A presidência do PMDB hoje é de S. Paulo. A presidência do PR é de S. Paulo, e a presidência do PP, saiu de S. Paulo em função do enorme desgaste de seu presidente, Paulo Maluf. Bem, e claro, a presidência do PT é de S. Paulo. A presidência do PSDB -formalmente fora de SP- é de fato exercida, desde S. Paulo.
6. Em geral, esta centralização do comando politico, local e nacional em S. Paulo, termina gerando um stress federativo. Melhor seria que a necessária desconcentração fosse administrada em cada partido, e em nível nacional. Aliás, nesse caso, como ocorreu por voluntarismo de Lula em sua escolha para 2010.
7. Mas não é simples, pois na política vale a primeira lei de Newton: "Matéria atrai matéria na razão direta da massa e na razão inversa do quadro da distância". Matéria em política é poder: poder econômico, tantas vezes associado ao poder político. A matéria com maior poder de atração é SP. Estar dentro de SP (inverso do quadro da distância) potencializa esse poder.
Fonte: Ex Blog de Cesar Maia
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Bom Censo e Comprometimento
DURA LEX, SED LEX
Em primeiro lugar gostaria de esclarecer que sou favorável a realização de concurso público e que os servidores possam ter segurança no serviço. Mas é preciso observar os fatos e a lei.
É muito justo que os aprovados em concursos públicos sejam convocados e empossados efetivamente para os cargos a que se submeteram ao cumprir seu direito de participar da seleção. Mas, é fundamental que os limites constitucionais sejam cuidadosamente observados, para que esses mesmos candidatos não venham a ser penalizados assim como os gestores públicos apenados.
O Prefeito Interino pretende dar início a chamada dos aprovados no concurso para o preenchimento dos cargos do PSF com base em um entendimento do TCE de que para fins de pagamento da folha de pessoal podem ser computados os recursos oriundos da Participação Especial do petróleo.
No meu entender vale o procedimento da Prefeita Rosinha que se apoiou inteiramente na Lei de Responsabilidade Fiscal, agindo em perfeita consonância com a Lei Complementar 101/2000, uma vez que ao assumir a Prefeitura de Campos, encontrou os limites constitucionais não atendidos por seu antecessor.
Entendimento é entendimento, não tem força de Lei , pode mudar a qualquer momento e não tem poder de proteger o gestor público que nele confiou. Agora, Lei é Lei. Mesmo que mude oferece todas as garantias a quem seguir seus preceitos.
De acordo com a citada Lei, serão computados no cálculo da receita corrente líquida os valores pagos e recebidos em decorrência da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996 (ICMS), e do fundo previsto pelo art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (FUNDEB).
A receita corrente líquida será apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos onze anteriores, excluídas as duplicidades. Ou seja, não há referencia alguma a Participação Especial.
No que diz respeito a folha de pagamento, para os efeitos da Lei Complementar, entende-se como despesa total com pessoal: o somatório dos gastos do ente da Federação com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, civis, militares e de membros de Poder, com quaisquer espécies remuneratórias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos da aposentadoria, reformas e pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência; e os valores dos contratos de terceirização de mão-de-obra que se referem à substituição de servidores e empregados públicos serão contabilizados como “Outras Despesas de Pessoal”.
Para os fins constitucionais, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados:
I - União: 50% (cinqüenta por cento);
II - Estados: 60% (sessenta por cento);
III - Municípios: 60% (sessenta por cento).
Sendo que a repartição do limite global do município não pode exceder 6% (seis por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município, quando houver e 54 % (cinquenta e quatro por cento) para o Executivo.
Caso o limite constitucional seja excedido a administração pública fica impedida de conceder vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título, salvo os derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual (ressalvada a revisão prevista na Constituição); criação de cargo, emprego ou função; alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa; provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal a qualquer título, ressalvada a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educação, saúde e segurança; e contratação de hora extra, salvo exceções previstas na Constituição e as situações previstas na lei de diretrizes orçamentárias.
Assim sendo, considero um risco proceder a chamada de candidatos baseado em entendimento que pode cair a qualquer hora expondo os gestores, tanto a Prefeita Rosinha quanto o Prefeito interino Nelson Nahim, a ação de improbidade administrativa com duras punições e sanções, inclusive a inelegibilidade.
Fonte: Blog do Pudim
Em primeiro lugar gostaria de esclarecer que sou favorável a realização de concurso público e que os servidores possam ter segurança no serviço. Mas é preciso observar os fatos e a lei.
É muito justo que os aprovados em concursos públicos sejam convocados e empossados efetivamente para os cargos a que se submeteram ao cumprir seu direito de participar da seleção. Mas, é fundamental que os limites constitucionais sejam cuidadosamente observados, para que esses mesmos candidatos não venham a ser penalizados assim como os gestores públicos apenados.
O Prefeito Interino pretende dar início a chamada dos aprovados no concurso para o preenchimento dos cargos do PSF com base em um entendimento do TCE de que para fins de pagamento da folha de pessoal podem ser computados os recursos oriundos da Participação Especial do petróleo.
No meu entender vale o procedimento da Prefeita Rosinha que se apoiou inteiramente na Lei de Responsabilidade Fiscal, agindo em perfeita consonância com a Lei Complementar 101/2000, uma vez que ao assumir a Prefeitura de Campos, encontrou os limites constitucionais não atendidos por seu antecessor.
Entendimento é entendimento, não tem força de Lei , pode mudar a qualquer momento e não tem poder de proteger o gestor público que nele confiou. Agora, Lei é Lei. Mesmo que mude oferece todas as garantias a quem seguir seus preceitos.
De acordo com a citada Lei, serão computados no cálculo da receita corrente líquida os valores pagos e recebidos em decorrência da Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996 (ICMS), e do fundo previsto pelo art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (FUNDEB).
A receita corrente líquida será apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos onze anteriores, excluídas as duplicidades. Ou seja, não há referencia alguma a Participação Especial.
No que diz respeito a folha de pagamento, para os efeitos da Lei Complementar, entende-se como despesa total com pessoal: o somatório dos gastos do ente da Federação com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, funções ou empregos, civis, militares e de membros de Poder, com quaisquer espécies remuneratórias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e variáveis, subsídios, proventos da aposentadoria, reformas e pensões, inclusive adicionais, gratificações, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribuições recolhidas pelo ente às entidades de previdência; e os valores dos contratos de terceirização de mão-de-obra que se referem à substituição de servidores e empregados públicos serão contabilizados como “Outras Despesas de Pessoal”.
Para os fins constitucionais, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados:
I - União: 50% (cinqüenta por cento);
II - Estados: 60% (sessenta por cento);
III - Municípios: 60% (sessenta por cento).
Sendo que a repartição do limite global do município não pode exceder 6% (seis por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município, quando houver e 54 % (cinquenta e quatro por cento) para o Executivo.
Caso o limite constitucional seja excedido a administração pública fica impedida de conceder vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título, salvo os derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual (ressalvada a revisão prevista na Constituição); criação de cargo, emprego ou função; alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa; provimento de cargo público, admissão ou contratação de pessoal a qualquer título, ressalvada a reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educação, saúde e segurança; e contratação de hora extra, salvo exceções previstas na Constituição e as situações previstas na lei de diretrizes orçamentárias.
Assim sendo, considero um risco proceder a chamada de candidatos baseado em entendimento que pode cair a qualquer hora expondo os gestores, tanto a Prefeita Rosinha quanto o Prefeito interino Nelson Nahim, a ação de improbidade administrativa com duras punições e sanções, inclusive a inelegibilidade.
Fonte: Blog do Pudim
Em noite de autógrafos, Rosinha concede entrevista e demonstra confiança em seu retorno

Casal Garotinho é recebido por admiradores na Bienal do Livro Campos. Rosinha fala a Campos 24 Horas às vésperas do julgamento de seu caso no TS
A ex-governadora do Estado do Rio de Janeiro Rosinha Garotinho recebeu admiradores em noite de autógrafos, no relançamento do livro “Que Mulher é Essa”, nesta quinta-feira (11), na 6ª Bienal do Livro de Campos, na Praça São Salvador, no Centro da cidade. A autora chegou ao estande da Companhia das Letras às 20h10, acompanhada do marido, o deputado federal eleito com quase 700 mil votos Anthony Garotinho (PR). Uma hora antes do horário anunciado, os admiradores já aguardavam o casal.
Rosinha concedeu uma entrevista ao Campos 24 Horas, comentando sobre a figura bíblica que a inspirou. Indagada sobre suas chances de retorno à Prefeitura, demonstrou confiança, e fez questão de enfatizar que desconhece que no Brasil tenha ocorrido um julgameno semelhante, ou seja, a causa de uma cassação tenha sido uma entrevista.
Campos 24 Horas – Qual foi a inspiração para escrever “Que Mulher é Essa” ?
Rosinha Garotinho : “Uma mulher que na Bíblia não tem nome nem sobrenome, mas tem virtudes que devem ser seguidas. Creio que nenhuma mulher consegue ter todas as virtudes que esta mulher tem. É um exemplo a seguir: uma mulher que consegue ser generosa, cuidadosa, ela é mãe, é esposa, ela é dona de casa. Enfim, ela tem todas as virtudes que uma mulher deseja ter.
Pois bem. Essa é a mulher que me inspira e eu procuro seguir os passos dela”
Sempre bem humorada, Rosinha brinca no início da entrevista dizendo que seu afastamento da Prefeitura “é um período de folga produtiva”, o que lhe proporciona um tempo para reorganizar coisas que foram ficando para trás em função da vida pública. Sobre o julgamento no TSE, a convicção de que será reparado um erro, já que desconhece um caso semelhante, “em que um Prefeito e afastado por causa de uma simples entrevista”
Rosinha lamenta o afastamento e reafirma sua fé: “ Quero, inicialmente, deixar uma mensagem especial ao povo de Campos. A gente lamenta que isso tenha acontecido. Não existe no Brasil um caso semelhante ao nosso: alguém que tenha sido cassado por causa de uma entrevista numa rádio. Isso é uma coisa absurda no âmbito jurídico. Mas, eu tenho no meu coração uma tranqüilidade muita grande. Eu entreguei nas mãos de Deus. A gente não sabe o propósito de Deus para as nossas vidas. Se Ele achar por bem que eu volte, tudo conspira para aqueles que amam a Deus. Mas, se Ele achar que não deve, está nas mãos Dele. Eu vou seguir meu caminho”

O cinismo de Sérgio Cabral
Nota da coluna de Ancelmo Gois
Todos têm acompanhado que o governador Sérgio Cabral vem pleiteando vários ministérios, fazendo lobby por uns, defendendo a permanência de outros e acima de tudo tentando emplacar Sérgio Côrtes e Jorge Picciani em algum ministério do governo de Dilma Rousseff.
Mas Cabral já foi avisado pelos petistas que, aliás, ainda não engoliram o seu corpo-mole na campanha de Dilma, no 2º turno, que não há lugar nem para Côrtes, nem para Picciani no ministério da presidente Dilma.
Pra não ficar mal na história, agora Cabral, usa colunistas amigos para espalharem que ele mudou de idéia e não vai pedir nenhum nome no ministério. Que espírito republicano de uma hora pra outra, Cabral!
Em tempo: O colunista como é amigo diz que Cabral “apesar de toda a entrega e todo o envolvimento na campanha de Dilma”. Bem, não é isso que os petistas acham
Fonte: Blog do Garotinho.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
A aposta de Sérgio Cabral
Reprodução da coluna Extra, Extra!
Enganam-se aqueles que imaginam que o governador Sérgio Cabral está dando uma demonstração de lealdade ao presidente da ALERJ, Jorge Picciani ao defender seu nome para um ministério do governo de Dilma Rousseff.
Pessoas próximas têm dito que Cabral não quer é ter que dar uma secretaria do seu governo a Picciani, como prêmio de consolação. Cabral, na verdade, tenta é empurrar para Dilma e o PT, a conta que tem com Picciani. Sabe que tem uma dívida alta, mas não quer pagar. Por isso tenta convencer o PT a assumir a dívida que não é do partido.
O problema é que Cabral sabe que os cabeças do PT nacional não gostam de Picciani. Para quem não lembra, Cabral tentou convencer Lula de todas as maneiras, a apoiar o presidente da ALERJ ao Senado, no lugar de Crivella, mas não conseguiu nada. Vai ser difícil emplacar essa.
E por falar no senador reeleito Marcelo Crivella, é o nome que o seu partido, o PRB quer emplacar em algum ministério, segundo noticiam os jornais
Fonte: Blog do Garotinho.
Reprodução da coluna Extra, Extra!
Enganam-se aqueles que imaginam que o governador Sérgio Cabral está dando uma demonstração de lealdade ao presidente da ALERJ, Jorge Picciani ao defender seu nome para um ministério do governo de Dilma Rousseff.
Pessoas próximas têm dito que Cabral não quer é ter que dar uma secretaria do seu governo a Picciani, como prêmio de consolação. Cabral, na verdade, tenta é empurrar para Dilma e o PT, a conta que tem com Picciani. Sabe que tem uma dívida alta, mas não quer pagar. Por isso tenta convencer o PT a assumir a dívida que não é do partido.
O problema é que Cabral sabe que os cabeças do PT nacional não gostam de Picciani. Para quem não lembra, Cabral tentou convencer Lula de todas as maneiras, a apoiar o presidente da ALERJ ao Senado, no lugar de Crivella, mas não conseguiu nada. Vai ser difícil emplacar essa.
E por falar no senador reeleito Marcelo Crivella, é o nome que o seu partido, o PRB quer emplacar em algum ministério, segundo noticiam os jornais
Fonte: Blog do Garotinho.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Rosinha relançará livro na Bienal
"O DEBATE DE IDEIAS ESTÁ DESAPARECENDO DA POLÍTICA"!
Um trecho da longa entrevista autobiográfica de Felipe Gonzalez a El País (07).
1. O que se está fazendo é seguidismo da opinião pública; se está banalizando o debate político a tal ponto que não se pode desenvolver projetos políticos que em certo momento podem ir na contramão da opinião pública. Como dizia Azaña, não há nada mais variável do que a chamada opinião pública.
2. Há cerca de quatro ou cinco anos, encontrei-me por acaso no aeroporto de Washington com Henry Kissinger, e ele me disse: "Olha, Felipe, a política está nas mãos de pessoas que fazem discursos pseudo-religiosos e simplistas e que são na verdade ofertas de venda de eletrodomésticos". Concordei. E ele acrescentou: "Desapareceu de tal maneira o debate de ideias, a contraposição de ideias; estamos em uma simplificação tão grande da política, que deixou de me interessar. Aborrece-me profundamente este mundo da política em que estamos vivendo."
* * *
O QUE É LIDERANÇA POLÍTICA?
Outro trecho da longa entrevista autobiográfica de Felipe Gonzalez a El País (07).
1. Existem algumas características fundamentais de liderança política: a) não pode ser líder quem não tem capacidade e/ou sensibilidade, para sentir o estado de espírito do outro. Se você não consegue perceber o estado de espírito do outro, o outro não se sente próximo, sente que você não o compreende e não te aceita como líder; b) não há liderança a menos que você mude o estado de espírito dos outros, de negativo para positivo ou de positivo para ainda mais positivo, o que acarreta acreditar realmente no projeto oferecido, acreditar sem troca o que lhe dá mais força. E a capacidade de transmitir este projeto como um projeto que envolva os outros, que comprometa os demais mudando o estado de espírito que já existia.
2. Mas tem que ser um projeto que permita que as pessoas pensem que, apesar dos esforços exigidos, esse esforço fará sentido, convencendo-o que o que está sendo solicitado é solicitado porque se acredita nele. E se acredita de forma não mercenária (troca). Mas é preciso acreditar no se você está fazendo. Por exemplo, aqui está se fazendo substancialmente o que tem que ser feito, apesar de 'eu' discordar em algumas coisas. Ao mesmo tempo, o que se faz não é porque o senhor “mercado” impõe, e não temos escolha.
3. Por isso eu creio que há uma crise de credibilidade. A sociedade está muito mais complexa, mas a arte de governar é algo mais do que a administração das coisas. É a capacidade de fazer de uma sociedade plural em suas ideias, diversa nos sentimentos de identidade e contraditória em seus interesses, um projeto comum que interesse a todos em maior ou menor grau. Essa é a arte de governar o espaço público que partilhamos.
* * *
Fonte: Ex Blog de Cesar Maia
Um trecho da longa entrevista autobiográfica de Felipe Gonzalez a El País (07).
1. O que se está fazendo é seguidismo da opinião pública; se está banalizando o debate político a tal ponto que não se pode desenvolver projetos políticos que em certo momento podem ir na contramão da opinião pública. Como dizia Azaña, não há nada mais variável do que a chamada opinião pública.
2. Há cerca de quatro ou cinco anos, encontrei-me por acaso no aeroporto de Washington com Henry Kissinger, e ele me disse: "Olha, Felipe, a política está nas mãos de pessoas que fazem discursos pseudo-religiosos e simplistas e que são na verdade ofertas de venda de eletrodomésticos". Concordei. E ele acrescentou: "Desapareceu de tal maneira o debate de ideias, a contraposição de ideias; estamos em uma simplificação tão grande da política, que deixou de me interessar. Aborrece-me profundamente este mundo da política em que estamos vivendo."
* * *
O QUE É LIDERANÇA POLÍTICA?
Outro trecho da longa entrevista autobiográfica de Felipe Gonzalez a El País (07).
1. Existem algumas características fundamentais de liderança política: a) não pode ser líder quem não tem capacidade e/ou sensibilidade, para sentir o estado de espírito do outro. Se você não consegue perceber o estado de espírito do outro, o outro não se sente próximo, sente que você não o compreende e não te aceita como líder; b) não há liderança a menos que você mude o estado de espírito dos outros, de negativo para positivo ou de positivo para ainda mais positivo, o que acarreta acreditar realmente no projeto oferecido, acreditar sem troca o que lhe dá mais força. E a capacidade de transmitir este projeto como um projeto que envolva os outros, que comprometa os demais mudando o estado de espírito que já existia.
2. Mas tem que ser um projeto que permita que as pessoas pensem que, apesar dos esforços exigidos, esse esforço fará sentido, convencendo-o que o que está sendo solicitado é solicitado porque se acredita nele. E se acredita de forma não mercenária (troca). Mas é preciso acreditar no se você está fazendo. Por exemplo, aqui está se fazendo substancialmente o que tem que ser feito, apesar de 'eu' discordar em algumas coisas. Ao mesmo tempo, o que se faz não é porque o senhor “mercado” impõe, e não temos escolha.
3. Por isso eu creio que há uma crise de credibilidade. A sociedade está muito mais complexa, mas a arte de governar é algo mais do que a administração das coisas. É a capacidade de fazer de uma sociedade plural em suas ideias, diversa nos sentimentos de identidade e contraditória em seus interesses, um projeto comum que interesse a todos em maior ou menor grau. Essa é a arte de governar o espaço público que partilhamos.
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Fonte: Ex Blog de Cesar Maia
129 apreensões em dois dias de megaoperação do Detran contra devedores do IPVA em Campos

Em dois dias de megaoperação contra a inadimplência do IPVA e falta de licenciamento anual em Campos, agentes do Detran apreenderam 129 veículos irregulares. Nesta terça-feira (9/11), foram 63, com a operação se concentrando no Bairro da Lapa. Desse total, 57 eram carros de passeio, quatro ônibus, um caminhão e uma motocicleta. Todos os veículos foram encaminhados para o pátio da empresa contratada pela Prefeitura de Campos, na Rua Doutor João Maria, 165, no Parque João Maria e, caso não sejam liberados no prazo legal de 90 dias, serão leiloados.
Além dos veículos rebocados, os agentes recolheram duas carteiras nacionais de habilitação vencidas, que serão inutilizadas. Para reaver o direito de dirigir, quem teve a CNH apreendida precisa dar entrada na renovação do documento no Detran. Já a liberação dos veículos é feita mediante pagamento dos débitos de IPVA, multas, taxa do reboque e diárias do pátio.
O motorista flagrado dirigindo veículo com o licenciamento anual vencido comete infração gravíssima, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro. Além de ser multado em R$ 191,54, ele recebe sete pontos na carteira de habilitação e tem o veículo apreendido.
Primeiro dia – Na segunda-feira (8/11), no primeiro dia da megaoperação em Campos o Detran rebocou 60 carros de passeio, quatro ônibus, um caminhão, uma moto e apreendeu duas carteiras nacionais de habilitação vencidas. A megaoperação segue até a próxima quinta-feira no município.
Fonte: Campos 24 horas
terça-feira, 9 de novembro de 2010
O Meu ponto de vista sobre a realidade dos fatos
Os problemas do Estado, não estão só com a Policia Militar, na sua questão organizacional, mais também nos dados, fornecidos e avaliados pelo " ISP " Secretaria de Segurança Pública do Estado: além dos problemas do deslocamento, de policiais do interior para as UPPs da capital, o que gera problemas seríssimos, a outra questão a ser reavaliada, e que policiais formados, nas unidades do interior, sejam direcionados as UPPs, em detrimento a estarem fortalecendo a unidades , conforme o 8º BPM, que tem em seu quadro 1280 policiais, que abrange 4 municipios do Norte Fluminense, a ultima turma formada de 40 policiais, foi totalmente deslocada, e hoje estarão se formando mais 42 policiais, será que terão o mesmo destino, O Conselho Comunitário de Segurança Pública de Campos dos Goitacazes, já encaminhou ao ISP, Ofício, solicitando providências. A outra situação, a ser questionada: são os dados fornecidos e avaliados pelo ISP ( Secretaria de Segurança do Estado ), segundo, dados do IBGE, a populaçao do estado é de 15.180.636, e do ISP são de 17.056.537, portanto a mais 1.875.901, o que significa 12% da população, segundo o ISP, os últimos dados estátisticos, tomando-se por base 100 mil habitantes: no item homicídios, cometeu-se 38.2%,enquanto que pelo nº de habitantes segundo IBGE, foi de 34%, por 100 habitantes.
Gostaríamos, nós do interior do estado, e acredito de todo estado do Rio de Janeiro, que tanto a nossa conceituada e valoroza Policia Militar, quanto o ISP ( Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro ), desenvolvesse ações mais concretas e objetivas, para que nós população, tenhamos uma vida melhor.
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Gostaríamos, nós do interior do estado, e acredito de todo estado do Rio de Janeiro, que tanto a nossa conceituada e valoroza Policia Militar, quanto o ISP ( Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro ), desenvolvesse ações mais concretas e objetivas, para que nós população, tenhamos uma vida melhor.
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Está tudo errado na PM. Por conta das UPPs, soldados que se inscreveram no concurso de 2008, para vagas em unidades do interior foram obrigados a ficar lotados nas UPPs. Muitos viajam mais de 6h de ônibus, do norte do estado para darem plantão nas UPPs.
O governo do Estado recorreu à Justiça para não ser obrigado a cumprir o edital do concurso. Perdeu. Mais de 100 policiais militares devem deixar as UPPs. A corporação não tem praças suficientes para substituir os que vão voltar para o interior. Vão começar a tirar os poucos policiais que fazem patrulhamento da Zona Norte e da Baixada Fluminense.
Fonte: Blog do Garotinho

09/11/2010 12:08
MEC reprovado na prova do ENEM
É inacreditável, mas desse jeito o ENEM (Exame Nacional de Ensino Médio) vai ficar desmoralizado. No ano passado roubaram as provas do ENEM. Agora, milhares de alunos, fala-se em 20 mil, receberam prova com questões duplicadas e cabeçalho trocado.
É bom lembrar que, por exemplo, a USP e a UNICAMP não adotam o ENEM. No Rio, a UFF anunciou que está pensando em deixar de usar o ENEM para o preenchimento de 20% das suas vagas.
É lamentável e um péssimo exemplo para os nossos jovens. Quem está torcendo pela anulação definitiva do ENEM deste ano é o governador Sérgio Cabral, afinal o Rio, no ano passado ficou só à frente do Piauí, no Ensino Médio. Este ano, os educadores não
vêem motivos para o Rio melhorar grandes coisas no Ensino Médio.
Fonte Blog do Garotinho
TCU recomenda suspensão de 32 obras do governo federal
Tribunal de Contas da União apontou indícios de irregularidades
Das 32 obras, 18 são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Sandro Lima Do G1, em Brasília
imprimir
O relatório de fiscalização de obras públicas do Tribunal de Contas da União (TCU) apresentado nesta terça-feira (9) recomenda ao Congresso Nacional a paralisação de 32 obras - de 231 fiscalizadas 'in loco' entre janeiro e agosto - devido a indícios de irregularidades.
saiba mais
* TCU vê indício de sobrepreço e pede investigação de contratos do Senado
* TCU recomenda fim de contratação de terceirizados em estatais
* TCU divulga cadastro com 10 mil condenações por contas irregulares
Dessas, 18 integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O TCU também recomendou a retenção parcial dos recursos destinados a 6 obras, até que os problemas sejam resolvidos.
Em outras 184 obras, também foram encontrados indícios de irregularidades, mas, nesses casos, segundo o TCU, não se justifica a paralisação. Em nove obras fiscalizadas, o TCU não fez ressalvas.
Para obter a versão do governo federal para os problemas apontados pelo TCU, a reportagem do G1 procurou as assessorias da Advocacia Geral da União (AGU) e da Casa Civil, responsável pela coordenação do PAC, e aguarda respostas.
A dotação orçamentária fiscalizada pelo TCU foi de R$ 35,6 bilhões. A maior parte das fiscalizações ocorreu em obras de transporte (42%), edificações (21,2%), infraestrutura urbana (20,3), energia (9,1%) e obras hídricas (7,4%).
Caso todas as recomendações do TCU sejam acatadas, a economia para os cofres públicos, segundo o tribunal, seria de R$ 2,6 bilhões.
Das 32 obras cuja suspensão foi recomendada pelo TCU, metade delas já apresentavam indícios de irregularidades em 2009. Apesar disso, segundo o tribunal, as recomendações não foram acatadas, e as obras continuaram. O TCU não tem poder para determinar a paralisação das obras - apenas faz recomendações ao Congresso e ao governo.
Questionado se havia mal estar no TCU pelo fato de o governo federal não ter acatado recomendações do tribunal em anos anteriores, o ministro Benjamin Zymler minimizou. Segundo ele, governo e TCU trabalham "em parceria".
Setores
Em relação à dotação orçamentária fiscalizada, as obras de energia responderam por 64,3% do total. Segundo o ministro Benjamin Zymler, responsável pelo relatório, isso ocorreu por causa dos "vultuosos contratos da Petrobras".
De acordo com o TCU, os principais aspectos observados nas fiscalizações foram: consistência dos projetos básico e executivo, regularidade da licitação e da formalização de contratos, concessão de licenças ambientais, execução da obra e preços estimados e contratados.
Segundo o ministro Zymler, "houve uma significativa melhora na gestão dos contratos por parte do governo e adesão dos gestores às recomendações do TCU". Em 2002, por exemplo, houve recomendação de paralisação de 120 obras.
Fonte: Gl
Tribunal de Contas da União apontou indícios de irregularidades
Das 32 obras, 18 são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Sandro Lima Do G1, em Brasília
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O relatório de fiscalização de obras públicas do Tribunal de Contas da União (TCU) apresentado nesta terça-feira (9) recomenda ao Congresso Nacional a paralisação de 32 obras - de 231 fiscalizadas 'in loco' entre janeiro e agosto - devido a indícios de irregularidades.
saiba mais
* TCU vê indício de sobrepreço e pede investigação de contratos do Senado
* TCU recomenda fim de contratação de terceirizados em estatais
* TCU divulga cadastro com 10 mil condenações por contas irregulares
Dessas, 18 integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O TCU também recomendou a retenção parcial dos recursos destinados a 6 obras, até que os problemas sejam resolvidos.
Em outras 184 obras, também foram encontrados indícios de irregularidades, mas, nesses casos, segundo o TCU, não se justifica a paralisação. Em nove obras fiscalizadas, o TCU não fez ressalvas.
Para obter a versão do governo federal para os problemas apontados pelo TCU, a reportagem do G1 procurou as assessorias da Advocacia Geral da União (AGU) e da Casa Civil, responsável pela coordenação do PAC, e aguarda respostas.
A dotação orçamentária fiscalizada pelo TCU foi de R$ 35,6 bilhões. A maior parte das fiscalizações ocorreu em obras de transporte (42%), edificações (21,2%), infraestrutura urbana (20,3), energia (9,1%) e obras hídricas (7,4%).
Caso todas as recomendações do TCU sejam acatadas, a economia para os cofres públicos, segundo o tribunal, seria de R$ 2,6 bilhões.
Das 32 obras cuja suspensão foi recomendada pelo TCU, metade delas já apresentavam indícios de irregularidades em 2009. Apesar disso, segundo o tribunal, as recomendações não foram acatadas, e as obras continuaram. O TCU não tem poder para determinar a paralisação das obras - apenas faz recomendações ao Congresso e ao governo.
Questionado se havia mal estar no TCU pelo fato de o governo federal não ter acatado recomendações do tribunal em anos anteriores, o ministro Benjamin Zymler minimizou. Segundo ele, governo e TCU trabalham "em parceria".
Setores
Em relação à dotação orçamentária fiscalizada, as obras de energia responderam por 64,3% do total. Segundo o ministro Benjamin Zymler, responsável pelo relatório, isso ocorreu por causa dos "vultuosos contratos da Petrobras".
De acordo com o TCU, os principais aspectos observados nas fiscalizações foram: consistência dos projetos básico e executivo, regularidade da licitação e da formalização de contratos, concessão de licenças ambientais, execução da obra e preços estimados e contratados.
Segundo o ministro Zymler, "houve uma significativa melhora na gestão dos contratos por parte do governo e adesão dos gestores às recomendações do TCU". Em 2002, por exemplo, houve recomendação de paralisação de 120 obras.
Fonte: Gl
A vontade do rei
Governistas anunciam que tentarão fechar acordo para votar as MPs que bloqueiam a pauta do Congresso, para então aprovar os projetos do pré-sal e o orçamento. Balela. Só o que interessa a Lula agora é a votação da Emenda 29, que fixa percentuais de receita que municípios, Estados e União são obrigados a destinar à saúde. Neste projeto está o jabuti da recriação da CPMF, agora chamada de CSS. Depois de eleger sua sucessora e esmagar a oposição, este, para Lula, seria o fecho de ouro de seu mandato, a glória final. O rei quer a vingança completa.
Postado por Roberto Jefferson às 12:12
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Governistas anunciam que tentarão fechar acordo para votar as MPs que bloqueiam a pauta do Congresso, para então aprovar os projetos do pré-sal e o orçamento. Balela. Só o que interessa a Lula agora é a votação da Emenda 29, que fixa percentuais de receita que municípios, Estados e União são obrigados a destinar à saúde. Neste projeto está o jabuti da recriação da CPMF, agora chamada de CSS. Depois de eleger sua sucessora e esmagar a oposição, este, para Lula, seria o fecho de ouro de seu mandato, a glória final. O rei quer a vingança completa.
Postado por Roberto Jefferson às 12:12
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Vendedores de ilusão
Se o caro leitor se deparar com centrais sindicais e governistas garantindo que Dilma Roussef pretende promover reajustes significativos nas pensões dos aposentados, e por tabela acabar com o Fator Previdenciário, esteja certo que estão tentando lhe vender ilusões. O Fator, que reduz quase à metade o valor das aposentadorias do INSS, é objeto de projeto que desde o começo do ano está parado aguardando votação. Há também o veto que Lula apôs ao projeto de Conversão da MP Nº 475/09, que acabava com o Fator no dia 31 de dezembro deste ano. Se neste ano, de eleição, pouco ou quase nada foi feito por conta do bloqueio imposto pelo Palácio do Planalto, em 2011 o cenário é ainda mais preocupante, já que o domínio das bancadas governistas no Congresso será maior. Mas a luta continua. Nós, do PTB, continuaremos empenhados em derrubar este famigerado Fator Previdenciário.
Postado por Roberto Jefferson às 11:51
Se o caro leitor se deparar com centrais sindicais e governistas garantindo que Dilma Roussef pretende promover reajustes significativos nas pensões dos aposentados, e por tabela acabar com o Fator Previdenciário, esteja certo que estão tentando lhe vender ilusões. O Fator, que reduz quase à metade o valor das aposentadorias do INSS, é objeto de projeto que desde o começo do ano está parado aguardando votação. Há também o veto que Lula apôs ao projeto de Conversão da MP Nº 475/09, que acabava com o Fator no dia 31 de dezembro deste ano. Se neste ano, de eleição, pouco ou quase nada foi feito por conta do bloqueio imposto pelo Palácio do Planalto, em 2011 o cenário é ainda mais preocupante, já que o domínio das bancadas governistas no Congresso será maior. Mas a luta continua. Nós, do PTB, continuaremos empenhados em derrubar este famigerado Fator Previdenciário.
Postado por Roberto Jefferson às 11:51
A cara do governo Dilma
Tem início hoje, oficialmente, o período de transição do governo Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Vana Roussef. Está organizada em duas frentes, igualmente sensíveis: a política, a cargo do presidente do PT, José Eduardo Dutra, e a econômico-administrativa, comandada pelo ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. Ao primeiro caberá filtrar as demandas por cargos de aliados vitoriosos tendo como critério o peso político de cada partido conquistado nas urnas; ao segundo, competirá compatibilizar as demandas salariais (um dos itens que mais pesam nos gastos do governo, além do pagamento dos juros da dívida interna) com a realidade econômica - orçamento, câmbio, juros, inflação. É agora que, finalmente, a presidente eleita começará a mostrar à população e ao mercado a cara do seu governo e o rumo que vai dar à economia.
Postado por Roberto Jefferson às 11:47
Tem início hoje, oficialmente, o período de transição do governo Luiz Inácio Lula da Silva para o de Dilma Vana Roussef. Está organizada em duas frentes, igualmente sensíveis: a política, a cargo do presidente do PT, José Eduardo Dutra, e a econômico-administrativa, comandada pelo ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci. Ao primeiro caberá filtrar as demandas por cargos de aliados vitoriosos tendo como critério o peso político de cada partido conquistado nas urnas; ao segundo, competirá compatibilizar as demandas salariais (um dos itens que mais pesam nos gastos do governo, além do pagamento dos juros da dívida interna) com a realidade econômica - orçamento, câmbio, juros, inflação. É agora que, finalmente, a presidente eleita começará a mostrar à população e ao mercado a cara do seu governo e o rumo que vai dar à economia.
Postado por Roberto Jefferson às 11:47
Caminho desviado: Veículos tem que passar pela fiscalização do Detran Ururau


Quem desce a Ponte da Lapa não tem opção, precisa passar pela fiscalização
No segundo dia da operação do Detran que fiscaliza licenciamento de veículos em Campos, a fiscalização está na Lapa, em frente a igreja. Para os motoristas que utilizam a ponte Saturnino de Brito, sentido Guarus-Centro, não há opção a não ser passar pela fiscalização, já que a Guarda Municipal, que dá apoio a operação fechou o acesso a Rua dos Goytacazes.
Segundo o coordenador da fiscalização, Luiz Carlos Silva, cerca de 40 veículos foram apreendidos na parte da manhã “A quantidade não surpreende, já que a demanda é grande no município”, disse o coordenador.
Os veículos apreendidos são levados para o depósito da Pátio Norte e só são liberadas após a quitação de todos os débitos.
“CHEGOU O RABECÃO”
Alguns motoristas estavam muito exaltados com a fiscalização, que visa coibir a inadimplência do IPVA. O proprietário de um Gol “caixote”, que não quis se identificar estava revoltado, “Agora acabou, não vou ter mais o meu carro, tem reboque pra levar o carro, mas a gente volta pra casa a pé, eu não sei onde eu estou com a cabeça que não coloco fogo nesse carro agora, pra completar já chegou o “rabecão” da Pátio Norte”, gritava o proprietário, revoltado.
Outro motorista questionou o mecanismo da operação “Tudo bem, eu estou errado porque não paguei o IPVA, mas fazer uma operação só pra pegar quem tem dívida é demais, devia fazer igual a todo mundo e emplacar o carro no Espírito Santo e fugir desse valor absurdo”, disse André Luís, 29 anos.
DIÁRIA E REBOQUE
Os valores das taxas de reboque e diária, cobrados pela concessionária Pátio Norte, diretamente ao proprietário e sem ônus para a EMUT, variam de acordo com o porte do veículo.
* Veículos leves – Reboque - R$ 24,00 – Diária – R$ 18,00
* Veículos Médios – Reboque – R$ 77,00 – Diária – R$ 39,00
* Veículos Pesados – Reboque – R$ 140,00 – Diária – R$ 67,00
Fonte:Ururau
IPVA : Detran novamente em Campos em busca de inadimplentes. Posted: 08 Nov 2010 11:23 AM PST

Deu inicio nesta segunda-feira (8), por volta das 14h, mais uma operação do Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro em Campos.
Equipes de fiscalização do DETRAN estarão operando na cidade, em ação que se prolongará até quinta-feira.
O objetivo é apreender veículos com pendências no IPVA, sem o licenciamento anual ou, ainda, sem condições mínimas para trafegar. O setor de fiscalização do departamento está agindo pela segunda vez no município, em curto espaço de tempo, após verificar que, ali, um grande número de proprietários de veículos não vem cumprindo suas obrigações com o IPVA e com a determinação do Código de Trânsito Brasileiro de submeter os veículos à vistoria anual.
Na última operação foram apreendidos centenas de veículos, as operações devem continuar acontecendo com frequência, conforme relatou o diretor do Detran em Campos, Sr. Renato.
Por: Washington Luiz
Enem é um bom instrumento a favor da juventude!
Para não deixar dúvida na intenção do título, o blog repete que o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) é uma excelente ideia, mas de difícil execução num país continental como o nosso.
Tirando aqueles que que desejariam um 3º turno na eleição presidencial e os outros que deixaram passar erros simples, por um foco de tática, quase exclusivo, na segurança da preparação das provas, é evidente que um exame em dois dias seguidos, nos 27 estados brasileiros, para cerca de 40 milhões, é um imbróglio difícil de ser viabilizado sem problemas e com tanta gente com interesses contrariados no caso de sua viabilização.
O similar americano, o SAP, pelo que se sabe levou um bom tempo para ser aperfeiçoado e fosse utilizado quase que naturalmente pelos jovens dos EUA, só que por lá, sua aplicação, com todos os problemas que isto traz ele é organizado e realizado pelos estados e não pela União, que no caso brasileiro, acabou gerando outras possibilidades, como a classificação para o Pró-Uni, através do sistema classificatório eletrônico que passou a ser chamado de Sisu.
Para os jovens, qualquer problema na sua execução é uma frustação que só não é maior que o abandono do sonho da possibilidade de prosseguir nos estudos em uma boa insituição de ensino. Enfim, que mais este problema seja resolvido e o Enem avance superando problemas, trazendo soluções e inclusão social. Enem é um bom instrumento a favor da juventude!
Para não deixar dúvida na intenção do título, o blog repete que o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) é uma excelente ideia, mas de difícil execução num país continental como o nosso.
Tirando aqueles que que desejariam um 3º turno na eleição presidencial e os outros que deixaram passar erros simples, por um foco de tática, quase exclusivo, na segurança da preparação das provas, é evidente que um exame em dois dias seguidos, nos 27 estados brasileiros, para cerca de 40 milhões, é um imbróglio difícil de ser viabilizado sem problemas e com tanta gente com interesses contrariados no caso de sua viabilização.
O similar americano, o SAP, pelo que se sabe levou um bom tempo para ser aperfeiçoado e fosse utilizado quase que naturalmente pelos jovens dos EUA, só que por lá, sua aplicação, com todos os problemas que isto traz ele é organizado e realizado pelos estados e não pela União, que no caso brasileiro, acabou gerando outras possibilidades, como a classificação para o Pró-Uni, através do sistema classificatório eletrônico que passou a ser chamado de Sisu.
Para os jovens, qualquer problema na sua execução é uma frustação que só não é maior que o abandono do sonho da possibilidade de prosseguir nos estudos em uma boa insituição de ensino. Enfim, que mais este problema seja resolvido e o Enem avance superando problemas, trazendo soluções e inclusão social.
Fonte: Roberto Moraes
Para não deixar dúvida na intenção do título, o blog repete que o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) é uma excelente ideia, mas de difícil execução num país continental como o nosso.
Tirando aqueles que que desejariam um 3º turno na eleição presidencial e os outros que deixaram passar erros simples, por um foco de tática, quase exclusivo, na segurança da preparação das provas, é evidente que um exame em dois dias seguidos, nos 27 estados brasileiros, para cerca de 40 milhões, é um imbróglio difícil de ser viabilizado sem problemas e com tanta gente com interesses contrariados no caso de sua viabilização.
O similar americano, o SAP, pelo que se sabe levou um bom tempo para ser aperfeiçoado e fosse utilizado quase que naturalmente pelos jovens dos EUA, só que por lá, sua aplicação, com todos os problemas que isto traz ele é organizado e realizado pelos estados e não pela União, que no caso brasileiro, acabou gerando outras possibilidades, como a classificação para o Pró-Uni, através do sistema classificatório eletrônico que passou a ser chamado de Sisu.
Para os jovens, qualquer problema na sua execução é uma frustação que só não é maior que o abandono do sonho da possibilidade de prosseguir nos estudos em uma boa insituição de ensino. Enfim, que mais este problema seja resolvido e o Enem avance superando problemas, trazendo soluções e inclusão social. Enem é um bom instrumento a favor da juventude!
Para não deixar dúvida na intenção do título, o blog repete que o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) é uma excelente ideia, mas de difícil execução num país continental como o nosso.
Tirando aqueles que que desejariam um 3º turno na eleição presidencial e os outros que deixaram passar erros simples, por um foco de tática, quase exclusivo, na segurança da preparação das provas, é evidente que um exame em dois dias seguidos, nos 27 estados brasileiros, para cerca de 40 milhões, é um imbróglio difícil de ser viabilizado sem problemas e com tanta gente com interesses contrariados no caso de sua viabilização.
O similar americano, o SAP, pelo que se sabe levou um bom tempo para ser aperfeiçoado e fosse utilizado quase que naturalmente pelos jovens dos EUA, só que por lá, sua aplicação, com todos os problemas que isto traz ele é organizado e realizado pelos estados e não pela União, que no caso brasileiro, acabou gerando outras possibilidades, como a classificação para o Pró-Uni, através do sistema classificatório eletrônico que passou a ser chamado de Sisu.
Para os jovens, qualquer problema na sua execução é uma frustação que só não é maior que o abandono do sonho da possibilidade de prosseguir nos estudos em uma boa insituição de ensino. Enfim, que mais este problema seja resolvido e o Enem avance superando problemas, trazendo soluções e inclusão social.
Fonte: Roberto Moraes
Defensoria Pública da União recomenda ao MEC anular o ENEM.

A Defensoria Pública da União (DPU) vai recomendar ao Ministério da Educação (MEC) a anulação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aplicadas nesse fim de semana. Caso o governo não acate o pedido, o órgão ajuizará uma ação civil pública contra a pasta.
As provas aplicadas a 3,3 milhões de candidatos apresentaram erros que podem prejudicar os estudantes. Vinte e um mil cadernos de prova amarelos apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões aplicadas nos sábado (6). Não se sabe ainda quantos candidatos foram prejudicados por esse problema, já que em cada local de aplicação há uma reserva técnica de 10% dos exames que permitiria a troca do material defeituoso.
Também no sábado, a folha em que os estudantes marcam as respostas das questões estava com o cabeçalho das duas provas trocado. O exame teve 90 questões, sendo a primeira metade de ciências humanas e o restante de ciências da natureza. Mas, na folha de marcação, as questões de 1 a 45 eram identificadas como de ciências da natureza e as de 46 a 90, como de ciências humanas.
A defensoria pede que os alunos prejudicados entrem em contato com o órgão pelo e-mail enem2010@dpu.gov.br. O candidato deve incluir o seu nome, a localidade em que fez o Enem e as orientações recebidas ou não pelo fiscais de sala sobre as falhas constatadas.
Agência Brasil
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