segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
A reforma ministerial de Dilma segue o mesmo caminho da “faxina”
Reprodução do jornal O Globo
Muito se falou na reforma ministerial que a presidente Dilma ia promover em janeiro. Os próprios petistas alardeavam que seria a continuação da “faxina contra os malfeitos”, que custou a cabeça de seis ministros, por conta das denúncias da imprensa, não por iniciativa de Dilma, que sempre protelou a saída deles. Para muitos, finalmente Dilma montaria um governo com a sua cara. Mas pelo jeito pelos avisos do Palácio do Planalto aos líderes dos partidos, a reforma vai tomar o mesmo rumo da “faxina”, ou seja, não vai acontecer. Dilma não quer briga com os partidos e decidiu que vão trocar apenas os ministros que vão ser candidatos a prefeitos na próxima eleição. Resumindo Dilma parece que está ficando cada vez mais refém dos partidos aliados, a começar, é claro, pelo PMDB. Dizem que a presidente Dilma é dura, “fala grosso”, com os seus ministros e auxiliares. Deveria ter esse mesmo vigor para se impor às pressões partidárias, mas pelo jeito está preferindo “falar manso” com os aliados. É um rumo perigoso.
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