A sórdida e covarde perseguição que estou sofrendo não é nova. Já passei por isso outras vezes. O sistema quer disputando eleições, políticos domesticados, bajuladores, sem personalidade e que baixam a cabeça para os poderosos. Não é o meu perfil.
Há anos venho sendo vítima de preconceito, armações políticas e até jogo sujo, envolvendo vários setores da sociedade. Reproduzo abaixo, artigo do jornalista Carlos Chagas, de 26 de abril de 2006, quando praticamente os mesmos personagens atuaram para impedir a minha candidatura à presidência da República. O PMDB agiu através de Sarney, Jader Barbalho, Quércia e Geddel. O Judiciário, o presidente do STJ, Edson Vidigal, despencou do Maranhão, num sábado, véspera das prévias do partido para dar uma liminar suspendendo essas prévias e como sempre, a mídia, através das matérias dadas pelas Organizações Globo e a revista VEJA, que botou a minha foto com dois chifres, na primeira página, pendurada em todas as bancas do Brasil.
Tenho certeza que nenhum político brasileiro teve a vida tão revirada, investigada, como a minha. Não conseguiram encontrar nada de errado. Foi preciso um golpe de caneta, de última hora, para tentar mais uma vez me tirar da eleição, sob a ridícula acusação de ter entrevistado Rosinha, no meu programa de rádio, nas eleições de 2008, antes do período eleitoral.
Será que meus adversários resistiriam por tanto tempo às perseguições, acusações, investigações e mentiras usadas contra mim? Sou político. Não sou ladrão. Nunca usei cargo público pára virar fazendeiro ou comprar mansão. Faço política por convicção e idealismo, e lamento muito, o nível que as instituições brasileiras chegaram, de fazer o jogo de poderes que estão podres.
Há anos venho sendo vítima de preconceito, armações políticas e até jogo sujo, envolvendo vários setores da sociedade. Reproduzo abaixo, artigo do jornalista Carlos Chagas, de 26 de abril de 2006, quando praticamente os mesmos personagens atuaram para impedir a minha candidatura à presidência da República. O PMDB agiu através de Sarney, Jader Barbalho, Quércia e Geddel. O Judiciário, o presidente do STJ, Edson Vidigal, despencou do Maranhão, num sábado, véspera das prévias do partido para dar uma liminar suspendendo essas prévias e como sempre, a mídia, através das matérias dadas pelas Organizações Globo e a revista VEJA, que botou a minha foto com dois chifres, na primeira página, pendurada em todas as bancas do Brasil.
Tenho certeza que nenhum político brasileiro teve a vida tão revirada, investigada, como a minha. Não conseguiram encontrar nada de errado. Foi preciso um golpe de caneta, de última hora, para tentar mais uma vez me tirar da eleição, sob a ridícula acusação de ter entrevistado Rosinha, no meu programa de rádio, nas eleições de 2008, antes do período eleitoral.
Será que meus adversários resistiriam por tanto tempo às perseguições, acusações, investigações e mentiras usadas contra mim? Sou político. Não sou ladrão. Nunca usei cargo público pára virar fazendeiro ou comprar mansão. Faço política por convicção e idealismo, e lamento muito, o nível que as instituições brasileiras chegaram, de fazer o jogo de poderes que estão podres.
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